Especial de Verão: Arroz da Sandy

Sim, é isso mesmo, Sandy, a cantora, da dupla Sandy e Junior, “vamo pulá! vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá!”. Essa Sandy.

E sim, sou fã dela, apesar de não acompanhar mais tão de perto. A dupla fez parte da minha infância, e confesso que fiquei triste quando eles se separaram 😢… Vida que segue, hehehe.

Então quando vi essa receita dela no programa da Angélica, muuuitos anos atrás, eu tive que testar em casa. E não é que deu certo? Tão certo que já repeti algumas vezes. Mas nem sendo fã resistir a fazer minhas pequenas mudanças, é mais forte do que eu!

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Arroz Oriental [da Sandy]

  • 1 cenoura (média ou grande), em cubinhos
  • 1 cebola roxa, picadinha
  • 500g de peito de frango
  • 2 xíc. de arroz japonês cozido* (de preferência use o arroz japonês, mas dá pra fazer com outro arroz também, é só deixar mais ‘unidos venceremos’)

*o arroz quase triplica de volume quando cozinha, então, pra obter essa medida dele cozido, você vai usar mais ou menos 2/3 de xícara de arroz cru; cozinhe conforme as instruções da embalagem.

  • 4 ovos
  • 2 abobrinhas italianas, em rodelas
  • 1 maço de cebolinha, picada
  • shoyu, bastante
  • 80g de manteiga (mais ou menos umas 4 col. de sopa)
  • gergelim a gosto, branco ou preto, descascado
  • sal e pimenta do reino a gosto
  • óleo ou azeite pra refogar

Uma pequena observação, o ideal é fazer essa receita numa chapa, mas nem todo mundo tem uma dessas. Quando eu faço eu uso o grill que tem aqui em casa e uma panela de grelhar, que é bem baixinha. Se você não tem nem uma chapa nem um grill, tenta usar uma panela/frigideira baixa, que é pra não juntar água quando estivermos refogando as coisas, especialmente o frango. Se sua panela/frigideira não for grande, vá refogando os ingredientes por parte (toda vez que eu falar pra colocar no canto da chapa, você tira da panela) e junte tudo numa panela maior no final.

– Voltando a programação normal: Corte o frango em tiras ou cubos e tempere com sal e pimenta do reino. Reserve.

Já cortou/picou todos os legumes? Ótimo. Pode começar refogando a cebola e a cenoura no azeite/óleo até ficarem macios.

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Se estiver usando uma chapa/grill, junte os legumes num canto e coloque o frango pra refogar, se preciso use um pouco mais de óleo.

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Enquanto o frango refoga, numa panela separada (tem que ser baixa, tipo frigideira), coloque um pouco de azeite e as abobrinhas em rodelas pra grelhar. Você vai ter que cuidar do frango e das abobrinhas ao mesmo tempo, mas se for muito ruim pra você e não tiver ninguém pra te ajudar, pode deixar pra fazer as abobrinhas depois que tiver terminado o arroz. Quando as abobrinhas tiverem dado uma murchadinha, vire-as e coloque um pouco de shoyu e quando elas estiverem macias, desligue o fogo e deixe elas na panela mesmo.

Quando o frango estiver cozido, coloque um pouco de shoyu e um pouco de gergelim. Misture com a cenoura e a cebola e deixe lá no canto.

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Numa tijela, bata os ovos e tempere com um pouco de sal e pimenta. Coloque os ovos batidos na chapa/grill (mas não aonde o frango está, né?) e cozinhe, tipo ovo mexido. Se estiver com pouco espaço, vá colocando aos poucos.

Quando o ovo estiver cozido, misture-o ao frango com legumes. Junte o arroz cozido nessa festa, e a manteiga também. Use duas espátulas ou colheres pra esse serviço que facilita a tarefa.

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Misture bem e enquanto mistura, junte mais shoyu e gergelim e parte da cebolinha verde picada. A idéia é que o arroz fique meio moreno, por isso não precisa economizar no shoyu.

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Transfira o arroz pra travessa de servir e decore com mais cebolinha e mais gergelim. Sirva com as abobrinhas do lado.

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Esse modo de preparo ta cheio de observações, mas acredite em mim, a receita não é difícil de fazer. É que eu quis deixar tudo bem explicadinho.

Tire a prova real, chame uns amigos pra comer e me manda uma foto! Vou adorar ver.

Dúvidas? Dicas? Sugestões? Dar um ‘oi’? Deixe um comentário aqui, prometo que respondo!

キス (Beijos em japonês 🇯🇵)

Sinhá Ju

ps- O verão acaba amanhã, dia 20/03, às 7h29, mas o Especial de Verão não… Eu acabei me atrasando (shame on me 😳), mas prometi 8 receitas e entregarei as 8 até o final dessa semana, acho que o outono nem vai se inportar, hehehe…

Especial de Verão: Creme de Cupuaçu

Depois de passar pelo Peru, México e Itália, nosso Especial de Verão veio passear pelo Brasil e foi parar bem no Pará! Trocadilho infame a parte, essa receita é tudo menos isso.

Pense numa coisa fácil. Agora pense numa coisa gostosa. Junte os dois e o que que deu? Creme de Cupuaçu!!! É, eu sei que tem creme de cupuaçu espalhado por todo o Norte do país, mas essa receita quem me deu foi minha querida tia Telma, que é paraense, então não briguem comigo, família é família.

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A única coisa difícil nessa receita é achar a polpa de cupuaçu. Essa que eu usei foi uma amiga maranhense que trouxe pra mim (valeu Rejane!). Quem tem amigos tem tudo, até polpa de cupuaçu. Se você não tem amigos nortistas que possam te trazer cupuaçu na mala (ou melhor, no isopor), procure uma loja de produtos do Norte na sua cidade. E se sua cidade for por acaso o Rio de Janeiro, tem uma loja dessas no Largo do Machado onde você encontra até sorvete da Cairu! (quem já provou sabe do que eu estou falando).

Creme de Cupuaçu

  • 500g de polpa de cupuaçu
  • 2 latas de leite condensado
  • 2 latas de creme de leite

-Bata tudo no liquidificador. Coloque numa travessa bonita. Leve ao congelador. E pronto. Simples assim.

Tá fácil demais? Podemos incrementar com biscoito champanhe! É só molhar o biscoito num pouco de leite e fazer camadas alternadas de creme e biscoito. Começa com uma camada creme, depois uma camada de biscoito, mais creme, mais biscoito e termina com creme. Pra enfeitar esfarela uns biscoitinhos por cima. Aí é só levar pro congelador e pronto! Ficou mais demorado mas ainda tá longe de ser difícil, vai…

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Tia Telma disse que a versão com biscoitos é a favorita dela, e eu realmente não sei porque eu fiz sem. Já vou comprar os biscoitos pra próxima vez.

E você, vai fazer com ou sem biscoitos? Escolhe, faz, tira foto e me manda, e depois que se acabar de comer vai ali nos comentários me contar o que achou. 😉

Dúvidas? Dicas? Sugestões? Dar um ‘oi’? Deixe um comentário aqui, prometo que respondo!

Beijos,

Sinhá Ju

 

Especial de Verão: Molho Pesto

Mais uma receita de verão, mais uma receita internacional, dessa vez vamos á Itália com um molhinho curinga, o Pesto.

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O pesto vem lá da Gênova, no noroeste da Itália. E lá se tem toda uma regra sobre os ingredientes e a forma de preparo desse molho. Falando em preparo, é daí que vem o nome dele. Pestare, em italiano, quer dizer esmagar, bater, e é assim que ele deve ser feito, batido no pilão (aliás, o socador do pilão se chama pesto). Ah, e o pilão deve ser de mármore e o socador de madeira pra não escurecer as folhas.

Quanto aos ingredientes também há uma série de regrinhas, o manjericão tem que ser aquele da folha grande, o queijo tem que ser o Parmigiano-Regiano e/ou Pecorino, e ainda vai pinoli, uma semente (é isso mesmo?) pequena no tamanho mas grande no preço!

Só que esse genovês anda tanto por aqui que já virou brother, é de casa. E quando a gente pega intimidade já viu, né? Pelas fotos da pra ver que eu anarquizei legal a receita.

Quem tem um pilão em casa, um braço forte, e dinheiro disponibilidade pra comprar pinolis e pecorino, vá em frente e siga a receita tradicional que é uma delícia. Mas se você, como eu, tem algumas restrições, não se intimide, Pepe não se importa (os genoveses talvez sim, mas também não vamos perguntar…).

Eu troquei o pilão pelo mini processador (liquidificadores também são bem vindos), o pinoli por castanha-do-pará e usei o parmesão que encontrei no mercado (que não era italiano, mas era bem gostoso), e corri pro abraço! Olha só:

Pesto alla Carioquese Brasiliana

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Eu vou colocar as medidas aqui como base, pra servir de guia, mas sinta-se livre pra ajustar as quantidades ao seu gosto. Por exemplo, eu gosto do meu molho bem pastoso, mas se você prefere mais liquido é só colocar mais azeite.

  • 1 maço de manjericão fresco, bem servido (se tiver muito magrinho pode por dois)
  • 1 – 2 dentes de alho, dependendo do tamanho
  • 4 – 5 castanhas-do-pará (ou castanhas-do-brasil, se preferir…)
  • 1/2 xícara de chá de azeite de oliva, extra-virgem, bem gostoso
  • 60g de queijo parmesão, em pedaço pra ralar na hora (umas 2 ou 3 colheres de sopa)
  • sal a gosto

– Lave o manjericão e separe as folhinhas, descarte o talo. Descasque o alho e rale o queijo.

Coloque as folhas de manjericão, o alho, a castanha, o sal e o azeite num mini processador ou no liquidificador e bata bem. Comece pulsando pra misturar e depois bata bem até ficar uma pasta. Junte o queijo, dê mais uma batidinha, acerte o sal e tá pronto!

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Mais fácil que isso só se alguém lavar a louça pra você…

Ele pode ser usado na hora ou guardado na geladeira, num pote bem limpo e bem fechado. Se for guardar na geladeira é importante que o pesto fique bem coberto com azeite. Ele dura bem uma semana na geladeira.

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Onde usar? O céu é o limite! Pode ser com qualquer massa (servida com um bom punhado de parmesão ralado por cima,o que não é costume, mas quem tá ligando mais pra isso…) pra incrementar uma lasanha, pra deixar a salada gostosa, como pastinha pra torrada numa entradinha esperta, pra tirar um sanduba da mesmice e aonde mais seu coração mandar.

Vai lá fazer esse pesto, tira a foto de como você usou e manda pra mim! Vou adorar mostrar sua foto aqui…

Dos 6 ingredientes usados o que não pode faltar mesmo (na minha receita) é o manjericão, o azeite, o sal e o alho (esse ultimo nem tanto…). Faltou algum dos outros? Pode fazer mesmo assim, fica bom também.

Dúvidas? Dicas? Sugestões? Dar um ‘oi’? Deixe um comentário aqui, prometo que respondo!

Baci,

Sinhá Ju

Cupcake de Janeiro (semi fail)

E vamos logo ao que interessa que eu já estou dois meses atrasada!

O cupcake de janeiro foi de baunilha com cobertura de cream cheese, e como foi o primeiro que eu fiz, segui a receita a risca, o que não deu muito certo… Por causa da quantidade de bicarbonato os bolinhos transbordaram no forno, (deu um trabalhão pra limpar depois)…

…e a cobertura ficou molenga, quase liquida mesmo, e ficou escorrendo (outra melequeira…) MAS o sabor fico bom, tanto da massa quanto da cobertura. Nada que uns ajustes nas quantidades não desse jeito.

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Aqui vou postar a receita com as minhas alterações, pra você não precisar se preocupar…

Cupcake de baunilha com cream cheese

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  • 4 ovos
  • 150 g de manteiga (3/4 do tablete ou 3/4 de xícara)
  • 1/4 de xícara de leite
  • 2 xícaras de farinha de trigo
  • uma pitada de sal (1/4 col. de chá)
  • 1/2 col. de chá de bicarbonato
  • 1  1/2 xícara de açúcar
  • 1 col. de chá de essência de baunilha

Cobertura:

  • 300 g de cream cheese (2 potes)
  • 1 1/2 xícaras de açúcar de confeiteiro
  • 2 col. de chá de suco de limão

– Enquanto isso, bata o cream cheese na batedeira até obter um creme fofo. Junte o açúcar e bata em velocidade baixa até ficar homogêneo. Junte o suco de limão e bata mais um pouco. Reserve na geladeira enquanto faz os bolinhos.

DICA: Na receita original não fala, mas quando eu fiz a cobertura ficou muito mole, e foi terrível pra decorar. Mas depois dos cupcakes terem ficado na geladeira ela já ficou mais durinha, mas nada que desse pra usar o saco de confeiteiro. Então além de eu já ter aumentado a quantidade de açúcar de confeiteiro, faça a cobertura primeiro e deixe na geladeira pra na hora de decorar estar um pouco melhor.

Preaqueça o forno em 180º (médio). Prepare a forma dos cupcakes, já deixa tudo prontinho com as forminhas, e se você não tiver forminhas de papel, é só untar e enfarinhar sua forma.

Junte os secos, ou seja, a farinha, o bicarbonato e o sal (por mais estranho que pareça o açúcar não está incluído nos ingredientes secos…).

Na batedeira, bata a manteiga, com o açúcar até obter um creme claro e fofo. Adicione os ovos, um de cada vez, sem parar de bater, e depois o leite e a baunilha. Bata até ficar homogêneo. Junte a mistura de farinha aos poucos, mexendo sempre, mas só o suficiente pra conseguir uma massa homogênea. Não bata de mais pra seus cupcakes ficarem macios, #ficaadica.

Distribua a massa entre as forminhas, mas só até a metade mais ou menos, e leve ao forno por 25 minutos, ou até passar no teste do palito (quando você enfia um palito de dente no bolo e ele sai limpinho).

Retire do forno e deixe esfriar completamente antes de decorar.

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Rende mais ou menos 18 cupcakes, dependendo do tamanho da sua forma.

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Kisses,

Sinhá Ju

Vamos falar de coisa boa?

Depois de uma semana punk foda difícil estou aqui de volta pra falar de coisa boa, aêeeee!!!

E quer coisa melhor que presentes legais? Ano passado minha irmã querida me deu uma agenda que é a minha cara. Diz se não é?

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Ela é toda fofa por dentro, cheia de matrioskas e cupcakes e o mais legal… RECEITAS PRA TESTAR!!!

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Cada mês tem uma receita diferente que eu vou testar, provar e postar o resultado aqui, seja ele qual for… porque errar é aprender, principalmente na cozinha.

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As receitas são boas, mas não resisti a dar meus pitacos…

Não é a primeira vez que tenho uma “agenda culinária”, por assim dizer. Uns anos atrás tive uma Agenda Gourmet, que tinha dicas e receitas (doces e salgadas), cheguei a falar dela no antigo lar da Sinhá, e fiz algumas receitas, mas não todas. Talvez até reedite essa idéia, quem sabe…. 💡

Essa agenda agora será meu desafio. Farei todas as receitas, uma por mês e vou compartilhar com vocês aqui, #partiu cozinha? Vamos nessa porque eu já tô atrasada….

Beijinhos,

Sinhá Ju

Especial de Verão: ¡Viva México!

Eita que esse Especial de Verão tá internacional! Depois de visitarmos o Peru com o ceviche, agora é a vez de darmos uma passadinha no México.

Acho que o Brasil é um dos poucos países que come abacate como fruta doce, em vitaminas e sobremesas, e é (ou era) muito comum nós brasileiros torcermos o nariz quando se fala em abacate como prato salgado. Então se você é do time que acha mega estranho comer abacate ‘salgado’, saiba que somos minoria e na verdade os estranhos somos nós. Uma vez comentei com um amigo canadense que aqui no Brasil a gente tomava vitamina de abacate, com leite e açúcar e ele praticamente riu na minha cara, sem conseguir nem imaginar como seria.

Em nossa defessa, o tipo de abacate mais comum em terras tupiniquins (o abacate manteiga) é mais ‘aguado’, com menor teor de gordura e mais adocicado. Já o mais comum em outros países da América é o avocado, que é menor, com a casca escura e enrugada, que é mais cremoso (denso), com maior teor de gordura e com um sabor mais neutro.

Sem dúvida o prato mais famoso com abacate é o guacamole, que, não a toa, é a nossa receita de hoje. Ele é típico da culinária do México e está presente em todos os países onde haja um restaurante mexicano. Serve de acompanhamento pra salada, como entradinha, e fica bom até no sanduíche!

Apesar do avocado (o abacatinho menor) ser indicado pra se fazer guacamole, dá pra fazer com o outro tipo de abacate também (os puristas que me desculpem). Só não vai ficar tão denso, por assim dizer. Agora chega de falatório e vamos ao que interessa!

Guacamole (a moda da Sinhá)

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Esse é o avocado, mas pode fazer com o abacate mesmo…

  • Abacate maduro (uns 3 ou 4 pequenos ou 1 grande)
  • coentro a gosto (generoso)
  • 1 limão
  • sal a gosto
  • 1-2 tomates (eu uso vermelho mesmo, mas se você quiser seguir a linha monocromática, usa o verde)

– Pique o coentro e o tomate (descarte as sementes), reserve.

Corte os abacates ao meio e tire a polpa da casca com uma colher. Amasse com um garfo, não bata, a idéia é que fique ‘pedaçudo’ mesmo.

Misture o abacate, o coentro, o suco do limão e o sal. Prove, tá gostoso? Então misture o tomate picado, e pronto!

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É só servir com doritos, nachos, torrada, ou num sanduíche, numa salada…. fique a vontade. Mi guacamole, su guacamole.

Compra lá um abacate e faz um guacamole, chama uns amigos, tira foto e manda pra mim!

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Besos,

Sinhá Ju.

Especial de Verão: Uma maçã por dia…

“An apple a day keeps the doctor away” ou “uma maçã por dia mantém o medico longe”. Com esse pensamento vamos fazer bolo de maçã! Será que conta?

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Se o ditado é verdade eu não sei, mas que maçã além de fazer bem a saúde é um dos ingredientes mais versáteis da cozinha, isso é.  Enquanto ela in natura possa ser considerada sem graça (não por mim…) ou até seja deixada de lado, como ingrediente ela samba na cara da sociedade. Vai dos mais comuns bolos, passando por doces e tortas e chegando a drinks, saladas e pratos salgados. Não acredita? Aguarde os próximos capítulos.

Hoje vamos de tradicional, mas nunca de comum: bolo de maçã. Se bem que esse não é bem um bolo, é quase uma torta, e faz bonito que só. E o melhor é tão simples, mas tão simples que a gente fica se perguntando porque não fez isso antes! Então vamos aos ingredientes?

Bolo de Maçã

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  • 2 a 3 maçãs
  • 1 pacote de mistura pra bolo (baunilha, branco, de festa…)
  • 150g de manteiga (3/4 do tablete ou 3/4 de xícara)
  • canela em pó

– Derreta a manteiga, mas não é pra ferver. Reserve. Lave bem as maçãs e corte-as em fatias, descartando o miolo, é claro. Não precisa descascar, mas se você quiser muito ou se não suporta casca de maçã, vá em frente.

Pegue a travessa/forma que for usar e unte com manteiga (não a derretida). Disponha as fatias de maçã na forma e salpique a canela a gosto (se você não gosta/for alérgico a canela, use essência de baunilha).

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Cubra tudo com a mistura pra bolo (o pó mesmo), e regue com a manteiga derretida.

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Salpique mais canela por cima e leve ao forno (médio) por 35-45 minutos, até que esteja borbulhando.

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Tão simples porém tão eficiente, do jeitinho que a gente gosta!

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Considerações finais: Eu usei uma forma de fundo removível, mas da próxima vez vou fazer numa travessa. Como a base do bolo é só maçã não tem como tirar ela do fundo, talvez num refratário fique mais fácil de servir…

Falando em servir, sinta-se a vontade de servir esse bolo/torta com sorvete, fica um luxo!

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Aproveita essa folguinha de carnaval e faz essa receita, depois volta aqui pra me contar!

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Kisses,

Sinhá Ju 🍎

(Receita inspirada no Pinterest)