Batata com Alecrim

“Alecrim, alecrim dourado, que nasceu no campo sem ser semeado…”

Eu amo alecrim, e amo batata, e acho que eles dois juntos formam um casal perfeito! Daí a gente coloca alho e azeite na foto e forma a família perfeita!

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Sério, sem brincadeira, essa batata assada com alecrim é de arrasar quarteirão, é tipo salgadinho, é impossível comer só um. A primeira vez que eu fiz elas aqui em casa teve briga, então aumentei a quantidade, fiz 2 kg de batata (pra 6 pessoas) e não teve briga, mas também não sobrou…

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Antes que você pense que somos todos ogros esfomiados vou te dizer duas coisas: 1- como elas ficam muito tempo no forno (pra ficar crocante) acaba não rendendo muito; e 2- você ainda não provou essas receita…

Agora chega de propaganda, vamos à receita. Você vai precisar de:

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  • 1 kg de batata
  • 5 dentes de alho
  • 2 ramos de alecrim, e mais um pouco pra decorar
  • 3 col. (sopa) azeite
  • sal e pimenta à gosto
  • 2 col. (sopa) de cebola/alho/salsa desidratados. (Vende na seção de temperos do mercado, mas se você não tiver pode pular essa parte)

– Pre aqueça o forno em 230ºC. Forre uma forma (baixinha, de preferência) com papel alumínio, só pra facilitar a limpeza depois, e coloque ela no forno também.

Lave e seque bem as batatas, já que não vamos descasca-las. Corte ao meio, no sentido do comprimento, e depois cada metade em 3 ou 4 partes, dependendo do tamanho da batata, e também no sentido do comprimento. Coloque as batatas num prato grande, que possa ir ao microondas; arrume as batatas pra que elas não fiquem sobrepostas. Cozinhe no microondas por uns 5 minutos, a idéia não é cozinhar completamente, e sim dá uma pre cozida pra acelerar o processo no forno, e também as batatas quentes absorvem mais tempero.

Caso você tenha ouvido meu conselho esta fazendo uma quantidade grande de batatas,  divida as batatas e faça essa parte do microondas em partes, pra não amontoar tudo no prato. Você também pode cozinhar na panela com água, mas eu não aconselho, pois quanto mais seca a batata estiver, mais crocante ela vai ficar.

Enquanto as batatas estão no microondas, prepare a marinada. Amasse os dentes de alho com a faca, só pra quebrar mesmo, não precisa nem descascar, e coloque num saco limpo e forte, ou numa tigela funda. Pique o alecrim e junte ao alho. Junte também o azeite, o sal e a pimenta, e os temperos desidratados. Misture bem.

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Pegue as batatas no microondas (cuidado que o prato tá quente!) e junte na marinada, misturando bem pra cobrir todas as batatinhas no tempero. Deixe descansar por uns 10 minutos.

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Retire a forma que a gente colocou no forno lá no começo (mais uma vez, cuidado que tá quente!) e arrume as batatas uma do lado da outra sem amontoar. Coloque toda a marinada junto com as batatas e leve pra assar em forno alto por uns 30 minutos ou até que esteja dourada, sequinha e crocante por fora e macia por dentro. Ah! tem que virar as batatas na metade do tempo, pra dourar de todos os lados.

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Decore com alecrim fresco e sirva com frango, carne, peixe, pura, no lanche da tarde… mas sirva, resista a tentação de comer tudo sozinha… ou não. 😏

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Essa receita também é ótima pros festejos natalinos, que estão chegando por aí.

Vai lá comprar batata e alecrim, fazer essa receita e volta aqui pra me dizer como ficou!

Baci,

a Sinhá

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Brownie de Beterraba

Ainda trilhando o caminho da redenção, chegamos ao post de hoje. Porém, assim como a receita anterior essa redenção tá meio corrompida. Mas ao contrário da anterior não estamos levando a beterraba para o mau caminho e sim guiando o brownie pro caminho do bem.

Essa receita é muito boa e simples, não precisa ficar com medo da beterraba, ela não morde, e misturada ao chocolate não dá nem pra sentir o gosto dela. Ótima pra fazer crianças (pequenas e grandes) comerem vegetais sem torcer o nariz. Mas fica a dica, só fale que tem beterraba na receita depois que todo mundo comer e elogiar 😉. Quem vai dizer que aqui tem beterraba?

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Pra fazer essa delícia você vai precisar de:

  • 250 g de chocolate meio amargo (quanto maior a porcentagem de cacau, mais saudável fica a sua receita)
  • 2 beterrabas pequenas (250 g)
  • 3 ovos
  • 100 g de manteiga (1/2 tablete)
  • 1 xíc. de açúcar demerara (200 g)
  • 1 col. (chá) de essência de baunilha
  •  1 xíc.de farinha de trigo não muito cheia (100 g)
  • 1 col. (chá) bicarbonato de sódio
  • 1 col. (chá) de fermento em pó
  •  1/2 xíc. de farinha de amêndoa (50 g)

Pra cobertura:

  • 1 potinho de iogurte natural
  • 75g de chocolate meio amargo
  • 1/3 xíc. de açúcar de confeiteiro (50 g)

– Pra começar pre aqueça o forno a 180º e prepare a forma. Essa receita não é grande então pegue uma forma menor, você pode untar e enfarinhar ou forrar com papel manteiga.

Derreta o chocolate (banho-maria ou microondas, cê que sabe), descasque e rale as beterrabas e derreta a manteiga (separada do chocolate). Reserve tudo.

Bata os ovos, o açúcar, a baunilha e a manteiga derretida numa tigela até ficar fofinha e clara. Não precisa usar a batedeira, aproveite pra malhar o braço que essa é uma receita completa, já vem com a série de braço incluída, hehehe.

Brincadeirinhas a parte, vamos voltar pra receita? Agora misture as farinhas (trigo e amêndoa), o bicarbonato e o fermento. Seguido do chocolate derretido e da beterraba ralada.

Tá com uma cor linda, fala aí! É só colocar essa massa na forma já preparada e levar pra assar no forno pre aquecido de 30 a 40 minutos, ou até que passe no teste do palito (aquele que a gente enfia um palito de dente no bolo e se sair limpo está pronto).

Enquanto o bolo assa prepare a cobertura, que basicamente consiste em derreter o chocolate e misturar nele o açúcar de confeiteiro e o iogurte. Mas ô, só coloque a cobertura quando o brownie tiver esfriado, OK?

Brownie frio e cobertinho? É só correr pro abraço!

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Até da pra ver as tirinhas de beterraba, mas vai tá tão bom que ninguém vai se importar, acredite. Faz lá pra você ver… e me conta aqui depois, belê?

Kissinhos,

a Sinhá

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Brócolis e couve-flor gratinados

Depois da última bomba receita resolvi me redimir. Mas é claro que a redenção não foi completa… 😏

Essa receita de hoje é bem simples porém muito eficiente. Couve-flor e brócolis gratinado, mas pode chamar também de “como levar vegetais saudáveis pro mau caminho”. Ai gente, eu não me aguento. Mas estou trabalhando nisso, quando vocês menos esperarem estarei transformada em Fit Sinhá!

Essa receita pode ser feita de duas formas, a o caminho normal e o atalho. Não vou dizer que o resultado final fica igual, mas fica igualmente gostoso. O caminho mais longo é fazendo um molho branco simples, ou molho béchamel se preferir, o que vai deixar o prato final mais cremoso. Agora se estiver você tiver com pressa, pode ignorar o molho branco e usar creme de leite temperado (eu já explico), só que resultado vai ser menos cremoso e mais “aguado”, mas muito bom também.

Sem mais delongas, vamos à receita. Você vai precisar de:

1/2 couve-flor e 1/2 brócolis. Na verdade pode ser ou um ou outro, mas no hortifruti que eu vou eles vendem metade da couve-flor e do brócolis juntinhos numa bandeja, por isso usei assim, o visual ficou bonito então eu continuei fazendo desse jeito.

Para o molho

500ml de leite

2 col. (sopa) de manteiga

2 col. (sopa) de farinha

Sal, pimenta do reino e noz moscada a gosto

~Ou~

2 caixinhas de creme de leite (400 g)

Sal, pimenta do reino e noz moscada a gosto

Queijo ralado e cheiro verde picado pra polvilhar (independente do caminho que você escolher)

– Pode começar cozinhando os vegetais. Eu uso a seguinte técnica: Ponha água e sal numa panela pra ferver, como se fosse pra cozinhar macarrão, quando a água ferver coloque os vegetais pra cozinhar, mas só até ficarem al dente, ou seja, cozidos porém firmes. Enquanto eles cozinham prepare uma tigela com água+gelo+sal. Assim que chegar no ponto de cozimento, retire-os da água fervente com uma escumadeira e jogue na água gelada. Isso interrompe o cozimento e deixa nosso brócolis e couve-flor com uma cor bonita.

Mas se você preferir pode cozinhar no vapor, só lembrando do ponto al dente. Eles ainda vão ao forno e se a gente cozinhar muito agora eles vão ficar muito molengas no final.

Vegetais cozidos e escorridos? Então arrume-os num refratário e reserve.

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ô como fica bonita essa mistura!

Agora vamos ao molho:

Opção 1: Derreta a manteiga numa panela, assim que ela derreter acrescente a farinha e mexa por uns dois minutos, até ela começar a ficar levemente dourada. Acrescente o leite, e se não quiser correr o risco de sujar o fogão, tire a panela do fogo nessa hora e então volte com a panela pro fogo. Se seu molho empelotar não precisa entrar em pânico. O Fouet/Batedor Colorado está aqui pra te defender, é só mexer o molho com ele que não tem pelota que resista.

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Mexa constantemente até o molho engrossar e cobrir bonito as costas da colher, se você fizer um risco atrás os dois lados não se juntam de novo. É mais fácil mostrar do que falar:

O meu engrossou um pouquinho além da conta porque eu fiquei tentando tirar a foto, mas o seu pode ser mais líquido. Tempere com sal, pimenta e noz moscada.

Regue nossos vegetais com esse molho, polvilhe o queijo ralado e o cheiro verde e leve ao forno até dourar em cima.

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Opção 2: Coloque o creme de leite numa panela, tempere com sal, pimenta e noz moscada. Leve ao fogo médio-baixo pra esquentar, mas sem deixar ferver. Vai sem medo que creme leite de caixinha dificilmente talha. Regue nossos vegetais com esse creme de leite temperado, polvilhe o queijo ralado e leve ao forno até dourar em cima.

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Muito mais simples, mas como eu disse lá em cima, vai ficar mais aguadinho. Daí você serve com arroz que tá tudo certo. A praticidade compensa esse caldinho a mais.

 

E aí? Vai escolher qual caminho? Faz lá e me conta aqui o que achou.

Dúvidas? Dicas? Sugestões? Dar um ‘oi’? Deixa um comentário aqui, prometo que respondo!

Besos,

a Sinhá

Receita Preguiçosa…

Pra quem não sabe, essa Sinhá Maria aqui já teve um outro lar. O endereço antigo do Doce Sinhá ainda está ativo porque as receitas são m-a-r-a, sem nenhuma modéstia mesmo, pena que a qualidade das fotos nem sempre acompanharam a qualidade das receitas 😁. Então se algum dia vocês passarem lá na minha antiga casa foquem nas receitas, ok?

A receita de hoje eu achei em um dos meus sites gringos favoritos, The Pioneer Woman, e publiquei lá na outra residência. Mas ela é tão boa que merece ser republicada aqui. Se quiser ver a receita original é só ir lá no site da PW, mas vai lá não… aqui a receita já tá traduzidinha, adaptada, com meus pitacos, fica aqui e me faz companhia.

O nome original é Sleepin’ in Omelette, algo como ‘Omelete Dormida’ (dormido? é masculino ou feminino? eita…), mas vai pão na receita, e até onde eu sei, aqui pra nós omelete não tem pão, você pode até por omelete no pão, mas isso é outra coisa, e eu já tô saindo do assunto. Enfim, como omelete feita de pão não é comum, e como eu adaptei umas coisinhas, me dei a liberdade de rebatizar a receita como “Omelete de pão preguiçosa”.

Ok, ok, o nome não é lá essas coisas, mas quero ver você resistir a essa carinha:

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Não é light, não é fit, nem leve, nem vegana, nem ‘free’, mas é boa, muito boa, boa mesmo, vai por mim.

Fiz umas mudanças nas quantidades porque, né, tem um limite pra minha consciência pesada. Ficou super gostoso mesmo assim, tão gostoso que já repeti essa receita algumas vezes. Mas se você quiser, pode ver as quantidades originais lá no site da PW.

Omelete de Pão Preguiçosa

Pães suficientes pra encher seu refratário. Eu achei uns pãezinhos com sabor de cebola, e usei eles, mas nunca mais achei no mercado, então use o que você encontrar, se for usar o francês é melhor que esteja dormido, tembém não sei se pão de forma ficaria legal, mas vale o teste.
1 xíc. de queijo (mussarela, provolone, bola, prato) ralado. Pode até fazer um mix dos seus queijos preferidos.
150g de manteiga (xô, culpa!)
150g de cream cheese
6 ovos (isso mesmo)
2 xíc. de leite
1 col. chá de mostarda, eu aconselho usar dijon ou escura, se tiver em pó pode usar também
pimenta caiena a gosto
1/2 col chá de sal
1 col. sopa de cebolinha picada

– Primeiro unte o refratário generosamente com manteiga, vou logo avisando, generosidade comanda essa receita, se joga de uma vez.

Depois rasgue os pães sem cuidado ou perfeição e espalhe na fôrma até encher. Não precisar atulhar, porque ainda vai entrar os líquidos, é pra ficar um cheio confortável.

Espalhe o queijo ralado em cima do pão. Depois espalhe nacos de cream cheese, vai tirando com os dedos mesmo, sem frescurinha, é só lavar as mãos antes e depois…

Corte a manteiga em fatias e espalhe em cima de tudo isso. Nessa hora resista a tentação da culpa, lembre que vai valer a pena, então continue, a gente não come isso todo dia mesmo, amanhã a gente compensa.

Vai ficar assim:

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Agora misture os ovos, leite, pimenta, mostarda, e o sal numa vasilha com um batedor ou com um garfo mesmo.

Regue seu pão e queijo com essa mistura, cubra com papel alumínio e ponha na geladeira por algumas horas, quantas você quiser. Pode ser até de um dia pro outro (entendeu agora a parte da preguiça?).

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Depois do descanso, leve-o ainda coberto ao forno por mais ou menos 30 minutos. Retire o papel, salpique o cheiro verde, e volte ao forno por mais uns 15 minutos.

Tchanran!

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E como a PW disse: “Eat. Faint. Repeat.” – Coma. Desmaie. Repita.

Não conte calorias, conte sabores, afinal, academia tá aí pra isso, né? hehehe…

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Bjs,

a Sinhá

 

Sorvete de limão da Nigella

Acho que ainda não cheguei a comentar por aqui o quão fã da Nigella eu sou. (Pra quem não sabe quem ela é dá um pulinho no site dela, é em inglês mas já dá pra ter uma idéia de quem eu estou falando.)

Nigella Lawson, inglesa, rainha da cozinha, e, por que não, sexy sem ser vulgar. Cozinheira, escritora, apresentadora, inspiração dessa sinhá aqui. Há quem ame, há quem torça o nariz; eu particularmente, adoro, desde do dia que cheguei mais cedo da aula e assisti, assim por acaso, o programa ‘Receitas da Nigella’ que passava no GNT. Foi amor a primeira receita, viciei, anotava receitas, me aventurava na cozinha, e nunca mais parei de acompanha-la. Tive a felicidade de encontrar com ela e dizer: “You inspire me” enquanto ela autografava meu livro. Ela foi uma simpatia só, aí gamei de vez.

Então é seguro dizer que haverá algumas receitas de Nigella por aqui, essa é só a primeira.

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Sorvete de Limão

Sorvetinho simples, fácil e super refrescante, pra combinar com esse calor que vem chegando. Você vai precisar de:

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  • 500 ml de creme de leite fresco (1 garrafinha) – aqui não tem atalho, tem que ser esse mesmo, o de caixinha não dá samba.
  • suco e raspas de 3 limões (a receita original pede o siciliano, e foi o que eu usei, mas não vejo nenhum motivo pra vc não usar nosso limãozinho verde)
  • 175g de açúcar de confeiteiro (3/4 xíc) – mais uma vez, sem atalhos, se usar o açúcar comum ou cristal a textura e consistência do sorvete não serão a mesma.
  • 3 col. (sopa) de água gelada

– Lave bem os limões, separe as raspas de 2 deles, e esprema os três (coe, se necessário). Misture o suco de limão com o açúcar e as raspas (eu particularmente, não gosto de misturar as raspas aqui, pelo menos não tudo, prefiro deixar pra pôr por cima). deixe descansar por uns 20-30 minutinhos pra os sabores se misturarem. Sem contar que sua cozinha vai estar cheirando bem pacas nessa hora.

Bata o creme de leite gelado (importante!) com a água gelada na batedeira ou com um fouet até formar picos moles. NAO BATA DEMAIS O CREME DE LEITE! O ponto certo é quando ele adquiriu uma certa consistência, mas quando você levanta o batedor o biquinho do creme da uma caidinha. Lembre-se, vá com calma, uma vez batido não dá pra voltar atrás.

Agora é só juntar a mistura de limão e bater mais um pouquinho (eu disse pouquinho). Caso esteja usando batedeira eu aconselho a fazer essa etapa à mão.

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Disponha o creme numa travessa baixa, cubra e leve ao congelador até que fique firme, de 3-6 horas.

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Transfira do congelador pra geladeira um pouquinho antes de servir, pra contribuir pra cremosidade. Mas se você mora num lugar quente que nem eu, nem precisa se preocupar muito com isso.

Sirva uma porção generosa e cai dentro!

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Agora vai lá se refrescar com essa receita e volta aqui pra me dizer o que achou.

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Kisses,

a Sinhá