Receita pra ceia – Panetone Recheado

Olha eu aqui de novo! Agora com uma receita/dica que é fácil/barata/prática, quer combinação melhor? Receita de sobremesa pra ceia de natal, ano novo, confraternização de fim de ano, visitas inesperadas que você quer alimentar… Esse Panetone Recheado vai bem em qualquer dessas situações.

Essa receita surgiu de uns panetones de frutas que ficaram encalhados aqui em casa, a alguns anos atrás. Na época eu não comia panetone nem chocotone (trauma de infância que já foi curado), e aqui em casa só quem gostava do panetone tradicional era a minha mãe. Aí me veio a ideia: e se eu recheasse ele com um negócio bem gostoso, será que salva?

E não é que salvou? Fiz algumas adaptações ao longo dos anos, mas a essência continua a mesma. É ótima pra quando você já não sabe mais o que fazer com tanto panetone na sua casa e quando quer impressionar sem gastar muito tempo e dinheiro.

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Panetone Recheado

  • 1 panetone ou chocotone. Pra essa receita compre os simples mesmo, não vale a pena gastar um trufado aqui.
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 caixa de creme de leite
  • 3-4 col. (sopa) chocolate em pó (pode ser achocolatado)
  • 1 vidrinho de cereja em calda
  • Confeitos pra decorar, opcional (M&M’s, granulado, chocolate picado, castanhas picadas….)

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Comece preparando o recheio. Leve o creme de leite e o leite condensado ao fogo, numa panela boa, mexendo sem parar até ele engrossar, tipo brigadeiro. Mas ele não vai soltar do fundo da panela por causa do creme de leite.

Depois de pronto é só dividir o recheio em duas partes iguais. Uma você vai deixar branquinha e a outra você vai misturar o chocolate em pó. Reserve.

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Com uma faca de serra corte o panetone.Primeiro corte a “tampa”, ou seja, a parte arredondada, que fica do papel pra cima.Depois corte o miolo, deixando uma bordinha. Assim como na foto.

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Pra tirar o miolo sem tirar o papel é só dá uma empurradinha no fundo, pegar a parte que você cortou do miolo e ir mexendo delicadamente até ele soltar.

A parte de baixo deve estar meio torta, então corte pra nivelar e coloque esse pedaço que você aparou de volta, pra forrar o fundo. Corte o miolo que ficou fora ao meio.

Depois disso coloque uma ou duas colheradas do recheio preto (reserve um pouco). Espalhe o recheio pra ficar nivelado, corte umas 6 cerejas ao meio e “enterre” elas no brigadeiro. Cubra com uma das fatias do miolo do panetone e dê uma apertadinha.

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Agora é a vez do recheio branco. Faça exatamente a mesma coisa que fez com o preto, reservando um pouco e fechando o panetone com a outra fatia do miolo.

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Com uma das sobrinhas de recheio cubra essa ultima fatia do miolo, é pra ficar fino mesmo, a gente só quer colar a tampa de volta.

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Cubra a tampa com a outra sobra de brigadeiro e enfeite com os confeitos.

Não aconselho colocar na geladeira porque o brigadeiro fica mais duro e dificulta na hora de cortar e servir.

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Choque todo mundo ao cortar essa delicia e revelar o interior cheio de brigadeiro, afinal todo mundo vai tá pensado que é um panetone normal.

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Já sabe, né? Vai lá incrementar o seu panetone e tira a foto pra eu ver! É só me marcar em qualquer uma dessas redes sociais ali do lado ↗️. Se não tirar foto não tem problema, é só deixar seu comentário aqui que eu respondo, prometo.

Ho ho ho, a Sinhá 🤶🏾

 

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Especial de Verão: Peach Cobbler (ou Cobbler de Pêssego)

Receita de Peach o quê?! Você deve estar se perguntando. E eu explico. Ou pelo menos vou tentar. Há muito tempo eu me deparei com uma série de fotos dessa receita no Pinterest e fiquei intrigada, porque elas pareciam promissoras, apesar de eu nunca ter ouvido nesse nome antes. Salvei a tal da receita e nunca mais pensei nela. Adianta o vídeo pra os tempos atuais e eu dando uma olhada nos 500 pins culinários que eu tenho, eis que o tal do peach cobbler reaparece na minha vista e eu resolvo testar.

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Gente, simplesmente uma combinação maravilhosa de gostosura e praticidade, com ingredientes simples e baratos embrulhados num nome muito do esquisito pra nós tupiniquins. Juro que tentei achar uma tradução pra cobbler, o google tradutor me deu “sapateiro de pêssego”, mas quem iria comer isso, né? (Achei uma outra que falava grude, mas ˜grude de pêssego” também não é nada apetitoso) Então resolvi manter o nome em inglês mesmo, mas fiquei curiosa e fiz uma breve pesquisa. Senta que lá vem a história.

Esse prato se originou nas colônias britânicas, porque os colonizadores não tinham acesso aos ingredientes da terrinha e tinham que se adaptar. Cobbler, o prato, pode ser entendido como “torta de fruta” (mas torta pra gente é outra coisa), tem uma série de variações e faz parte da família dos Crumbles (por falar nisso tem uma receita de crumble de maçã aqui), e basicamente consiste em fruta picada coberta por uma massa e assada.

Caraca, eu falo muito! Mas chega de lero-lero, e vamos ao que interessa!

Cobbler de Pêssego (Peach Cobbler)

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  • 1 lata de pêssego em calda
  • 100g de manteiga derretida
  • 1 xíc. de farinha de trigo
  • 1 xíc. de açúcar
  • 1 xíc. de leite
  • 1 col. de chá de fermento em pó

– Preaqueça o forno em 180º C. Escorra e corte os pêssegos, eu corto em tiras, tipo, cada metade de pêssego em três ou quatro pedaços. Reserve um minuto.

Misture a farinha de trigo, o açúcar, o leite e o fermento numa tijela, mexa até ficar homogêneo. Reserve um minutinho.

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Coloque a manteiga derretida em uma travessa/pirex/prato de servir de mais ou menos 20×20 cm.

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Coloque a massa por cima da manteiga, mas NÃO MISTURE.

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Coloque os pêssegos cortados em cima e leve pra assar por uns 30 minutos, ou até que fique dourada. E é isso. Só isso. Fala sério, não demorou nem 5 minutos, vai…

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Não precisa servir morno, mas também não precisa ir pra geladeira. E super combina com uma bolinha de sorvete de creme🍦.

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Receitinha rápida, barata e gostosa. Tá bom ou quer mais?

Faz aí na sua casa e me diz se é ou não é boa!

Dúvidas? Dicas? Sugestões? Dar um ‘oi’? Deixe um comentário aqui, prometo que respondo!

Kisses,

Sinhá Ju

 

Especial de Verão: Creme de Cupuaçu

Depois de passar pelo Peru, México e Itália, nosso Especial de Verão veio passear pelo Brasil e foi parar bem no Pará! Trocadilho infame a parte, essa receita é tudo menos isso.

Pense numa coisa fácil. Agora pense numa coisa gostosa. Junte os dois e o que que deu? Creme de Cupuaçu!!! É, eu sei que tem creme de cupuaçu espalhado por todo o Norte do país, mas essa receita quem me deu foi minha querida tia Telma, que é paraense, então não briguem comigo, família é família.

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A única coisa difícil nessa receita é achar a polpa de cupuaçu. Essa que eu usei foi uma amiga maranhense que trouxe pra mim (valeu Rejane!). Quem tem amigos tem tudo, até polpa de cupuaçu. Se você não tem amigos nortistas que possam te trazer cupuaçu na mala (ou melhor, no isopor), procure uma loja de produtos do Norte na sua cidade. E se sua cidade for por acaso o Rio de Janeiro, tem uma loja dessas no Largo do Machado onde você encontra até sorvete da Cairu! (quem já provou sabe do que eu estou falando).

Creme de Cupuaçu

  • 500g de polpa de cupuaçu
  • 2 latas de leite condensado
  • 2 latas de creme de leite

-Bata tudo no liquidificador. Coloque numa travessa bonita. Leve ao congelador. E pronto. Simples assim.

Tá fácil demais? Podemos incrementar com biscoito champanhe! É só molhar o biscoito num pouco de leite e fazer camadas alternadas de creme e biscoito. Começa com uma camada creme, depois uma camada de biscoito, mais creme, mais biscoito e termina com creme. Pra enfeitar esfarela uns biscoitinhos por cima. Aí é só levar pro congelador e pronto! Ficou mais demorado mas ainda tá longe de ser difícil, vai…

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Tia Telma disse que a versão com biscoitos é a favorita dela, e eu realmente não sei porque eu fiz sem. Já vou comprar os biscoitos pra próxima vez.

E você, vai fazer com ou sem biscoitos? Escolhe, faz, tira foto e me manda, e depois que se acabar de comer vai ali nos comentários me contar o que achou. 😉

Dúvidas? Dicas? Sugestões? Dar um ‘oi’? Deixe um comentário aqui, prometo que respondo!

Beijos,

Sinhá Ju

 

Especial de Verão: ¡Viva México!

Eita que esse Especial de Verão tá internacional! Depois de visitarmos o Peru com o ceviche, agora é a vez de darmos uma passadinha no México.

Acho que o Brasil é um dos poucos países que come abacate como fruta doce, em vitaminas e sobremesas, e é (ou era) muito comum nós brasileiros torcermos o nariz quando se fala em abacate como prato salgado. Então se você é do time que acha mega estranho comer abacate ‘salgado’, saiba que somos minoria e na verdade os estranhos somos nós. Uma vez comentei com um amigo canadense que aqui no Brasil a gente tomava vitamina de abacate, com leite e açúcar e ele praticamente riu na minha cara, sem conseguir nem imaginar como seria.

Em nossa defessa, o tipo de abacate mais comum em terras tupiniquins (o abacate manteiga) é mais ‘aguado’, com menor teor de gordura e mais adocicado. Já o mais comum em outros países da América é o avocado, que é menor, com a casca escura e enrugada, que é mais cremoso (denso), com maior teor de gordura e com um sabor mais neutro.

Sem dúvida o prato mais famoso com abacate é o guacamole, que, não a toa, é a nossa receita de hoje. Ele é típico da culinária do México e está presente em todos os países onde haja um restaurante mexicano. Serve de acompanhamento pra salada, como entradinha, e fica bom até no sanduíche!

Apesar do avocado (o abacatinho menor) ser indicado pra se fazer guacamole, dá pra fazer com o outro tipo de abacate também (os puristas que me desculpem). Só não vai ficar tão denso, por assim dizer. Agora chega de falatório e vamos ao que interessa!

Guacamole (a moda da Sinhá)

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Esse é o avocado, mas pode fazer com o abacate mesmo…

  • Abacate maduro (uns 3 ou 4 pequenos ou 1 grande)
  • coentro a gosto (generoso)
  • 1 limão
  • sal a gosto
  • 1-2 tomates (eu uso vermelho mesmo, mas se você quiser seguir a linha monocromática, usa o verde)

– Pique o coentro e o tomate (descarte as sementes), reserve.

Corte os abacates ao meio e tire a polpa da casca com uma colher. Amasse com um garfo, não bata, a idéia é que fique ‘pedaçudo’ mesmo.

Misture o abacate, o coentro, o suco do limão e o sal. Prove, tá gostoso? Então misture o tomate picado, e pronto!

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É só servir com doritos, nachos, torrada, ou num sanduíche, numa salada…. fique a vontade. Mi guacamole, su guacamole.

Compra lá um abacate e faz um guacamole, chama uns amigos, tira foto e manda pra mim!

Dúvidas? Dicas? Sugestões? Dar um ‘oi’? Deixa um comentário aqui, prometo que respondo!

Besos,

Sinhá Ju.

Especial de Verão: Uma maçã por dia…

“An apple a day keeps the doctor away” ou “uma maçã por dia mantém o medico longe”. Com esse pensamento vamos fazer bolo de maçã! Será que conta?

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Se o ditado é verdade eu não sei, mas que maçã além de fazer bem a saúde é um dos ingredientes mais versáteis da cozinha, isso é.  Enquanto ela in natura possa ser considerada sem graça (não por mim…) ou até seja deixada de lado, como ingrediente ela samba na cara da sociedade. Vai dos mais comuns bolos, passando por doces e tortas e chegando a drinks, saladas e pratos salgados. Não acredita? Aguarde os próximos capítulos.

Hoje vamos de tradicional, mas nunca de comum: bolo de maçã. Se bem que esse não é bem um bolo, é quase uma torta, e faz bonito que só. E o melhor é tão simples, mas tão simples que a gente fica se perguntando porque não fez isso antes! Então vamos aos ingredientes?

Bolo de Maçã

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  • 2 a 3 maçãs
  • 1 pacote de mistura pra bolo (baunilha, branco, de festa…)
  • 150g de manteiga (3/4 do tablete ou 3/4 de xícara)
  • canela em pó

– Derreta a manteiga, mas não é pra ferver. Reserve. Lave bem as maçãs e corte-as em fatias, descartando o miolo, é claro. Não precisa descascar, mas se você quiser muito ou se não suporta casca de maçã, vá em frente.

Pegue a travessa/forma que for usar e unte com manteiga (não a derretida). Disponha as fatias de maçã na forma e salpique a canela a gosto (se você não gosta/for alérgico a canela, use essência de baunilha).

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Cubra tudo com a mistura pra bolo (o pó mesmo), e regue com a manteiga derretida.

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Salpique mais canela por cima e leve ao forno (médio) por 35-45 minutos, até que esteja borbulhando.

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Tão simples porém tão eficiente, do jeitinho que a gente gosta!

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Considerações finais: Eu usei uma forma de fundo removível, mas da próxima vez vou fazer numa travessa. Como a base do bolo é só maçã não tem como tirar ela do fundo, talvez num refratário fique mais fácil de servir…

Falando em servir, sinta-se a vontade de servir esse bolo/torta com sorvete, fica um luxo!

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Aproveita essa folguinha de carnaval e faz essa receita, depois volta aqui pra me contar!

Dúvidas? Dicas? Sugestões? Dar um ‘oi’? Deixa um comentário aqui, prometo que respondo!

Kisses,

Sinhá Ju 🍎

(Receita inspirada no Pinterest)

Brócolis e couve-flor gratinados

Depois da última bomba receita resolvi me redimir. Mas é claro que a redenção não foi completa… 😏

Essa receita de hoje é bem simples porém muito eficiente. Couve-flor e brócolis gratinado, mas pode chamar também de “como levar vegetais saudáveis pro mau caminho”. Ai gente, eu não me aguento. Mas estou trabalhando nisso, quando vocês menos esperarem estarei transformada em Fit Sinhá!

Essa receita pode ser feita de duas formas, a o caminho normal e o atalho. Não vou dizer que o resultado final fica igual, mas fica igualmente gostoso. O caminho mais longo é fazendo um molho branco simples, ou molho béchamel se preferir, o que vai deixar o prato final mais cremoso. Agora se estiver você tiver com pressa, pode ignorar o molho branco e usar creme de leite temperado (eu já explico), só que resultado vai ser menos cremoso e mais “aguado”, mas muito bom também.

Sem mais delongas, vamos à receita. Você vai precisar de:

1/2 couve-flor e 1/2 brócolis. Na verdade pode ser ou um ou outro, mas no hortifruti que eu vou eles vendem metade da couve-flor e do brócolis juntinhos numa bandeja, por isso usei assim, o visual ficou bonito então eu continuei fazendo desse jeito.

Para o molho

500ml de leite

2 col. (sopa) de manteiga

2 col. (sopa) de farinha

Sal, pimenta do reino e noz moscada a gosto

~Ou~

2 caixinhas de creme de leite (400 g)

Sal, pimenta do reino e noz moscada a gosto

Queijo ralado e cheiro verde picado pra polvilhar (independente do caminho que você escolher)

– Pode começar cozinhando os vegetais. Eu uso a seguinte técnica: Ponha água e sal numa panela pra ferver, como se fosse pra cozinhar macarrão, quando a água ferver coloque os vegetais pra cozinhar, mas só até ficarem al dente, ou seja, cozidos porém firmes. Enquanto eles cozinham prepare uma tigela com água+gelo+sal. Assim que chegar no ponto de cozimento, retire-os da água fervente com uma escumadeira e jogue na água gelada. Isso interrompe o cozimento e deixa nosso brócolis e couve-flor com uma cor bonita.

Mas se você preferir pode cozinhar no vapor, só lembrando do ponto al dente. Eles ainda vão ao forno e se a gente cozinhar muito agora eles vão ficar muito molengas no final.

Vegetais cozidos e escorridos? Então arrume-os num refratário e reserve.

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ô como fica bonita essa mistura!

Agora vamos ao molho:

Opção 1: Derreta a manteiga numa panela, assim que ela derreter acrescente a farinha e mexa por uns dois minutos, até ela começar a ficar levemente dourada. Acrescente o leite, e se não quiser correr o risco de sujar o fogão, tire a panela do fogo nessa hora e então volte com a panela pro fogo. Se seu molho empelotar não precisa entrar em pânico. O Fouet/Batedor Colorado está aqui pra te defender, é só mexer o molho com ele que não tem pelota que resista.

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Mexa constantemente até o molho engrossar e cobrir bonito as costas da colher, se você fizer um risco atrás os dois lados não se juntam de novo. É mais fácil mostrar do que falar:

O meu engrossou um pouquinho além da conta porque eu fiquei tentando tirar a foto, mas o seu pode ser mais líquido. Tempere com sal, pimenta e noz moscada.

Regue nossos vegetais com esse molho, polvilhe o queijo ralado e o cheiro verde e leve ao forno até dourar em cima.

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Opção 2: Coloque o creme de leite numa panela, tempere com sal, pimenta e noz moscada. Leve ao fogo médio-baixo pra esquentar, mas sem deixar ferver. Vai sem medo que creme leite de caixinha dificilmente talha. Regue nossos vegetais com esse creme de leite temperado, polvilhe o queijo ralado e leve ao forno até dourar em cima.

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Muito mais simples, mas como eu disse lá em cima, vai ficar mais aguadinho. Daí você serve com arroz que tá tudo certo. A praticidade compensa esse caldinho a mais.

 

E aí? Vai escolher qual caminho? Faz lá e me conta aqui o que achou.

Dúvidas? Dicas? Sugestões? Dar um ‘oi’? Deixa um comentário aqui, prometo que respondo!

Besos,

a Sinhá

Iogurte Natural ou Sinhá saúde!

Doce Sinhá também é fit e sabe fazer a saudável. Por isso que vim aqui com essa receita de iogurte natural, se é que se pode chamar isso de receita de tão fácil que é.

Vamos lá, você vai precisar de:

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Tem só 1 L de água no foto porque é o tamanho da jarra, mas vamos usar 2L na receita, ok?

1 potinho de iogurte natural (na verdade basta uma colher de sopa, mas eu acabo sempre colocando o pote todo)

400g de leite em pó (pode ser integral, semi desnatado ou desnatado, sendo que com o último o iogurte vai ficar mais ralinho)

2 L de água morna

E só! A única coisa que pode ser considerada difícil nessa receita é a temperatura da água. Tem que ser morninha, quase fria, senão os bichinhos do iogurte não fazem o trabalho deles direto. Se estiver quente ou fria demais não vai virar um iogurte digno. O melhor jeito de medir é botar o dedo na água, tem que estar aquele morno agradável, se tiver um tico quente, espera um pouco. (O melhor jeito de medir mesmo é com o termômetro, mas quem tem?)

Ok, resolvida a questão da temperatura, é só dissolver o leite em pó na água. Use uma tigela com tampa e que vede bem, não pode entrar ar durante o processo (eita bichinhos frescos!). Leite dissolvido, cheque a temperatura (de novo, por que é muito importante), misture o iogurte do potinho e feche bem a tigela.

“Embrulhe” a tigela com um pano grande (toalha de mesa é ótima) e guarde num local quentinho e protegido do vento (dentro do forno ou do microondas vai bem, só cuidado pra ninguém acender/ligar o forno com ele dentro).

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Deixe os bichinhos trabalharem de um dia pro outro. A velocidade do processo vai depender da temperatura ambiente, em dias frios demora mais, e em dias quentes vai mais rápido.

Na manhã seguinte abra e veja se já “virou”.

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Se sim, geladeira nele, se não, tampe e deixe mais um tempinho.

Quando acabar não lave o pote, ele serve de base pra outra leva de iogurte. É só colocar o leite morno e dar uma mexida. Tem quem use ad aeternum, mas eu não confio muito. Uso no máximo 2 vezes, na terceira lavo tudo e começo do zero.

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Receitinha curinga pra tomar puro, com mel, granola, melado, açúcar mascavo, fruta, e o que mais a sua imaginação quiser.

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Faz lá e me diz se não é o melhor iogurte que você já tomou. (Olha a modéstia 😄)

Dúvidas? Dicas? Sugestões? Dar um ‘oi’? Deixa um comentário aqui, prometo que respondo!

Beijos,

a Sinhá