Especial de Verão: ¡Viva México!

Eita que esse Especial de Verão tá internacional! Depois de visitarmos o Peru com o ceviche, agora é a vez de darmos uma passadinha no México.

Acho que o Brasil é um dos poucos países que come abacate como fruta doce, em vitaminas e sobremesas, e é (ou era) muito comum nós brasileiros torcermos o nariz quando se fala em abacate como prato salgado. Então se você é do time que acha mega estranho comer abacate ‘salgado’, saiba que somos minoria e na verdade os estranhos somos nós. Uma vez comentei com um amigo canadense que aqui no Brasil a gente tomava vitamina de abacate, com leite e açúcar e ele praticamente riu na minha cara, sem conseguir nem imaginar como seria.

Em nossa defessa, o tipo de abacate mais comum em terras tupiniquins (o abacate manteiga) é mais ‘aguado’, com menor teor de gordura e mais adocicado. Já o mais comum em outros países da América é o avocado, que é menor, com a casca escura e enrugada, que é mais cremoso (denso), com maior teor de gordura e com um sabor mais neutro.

Sem dúvida o prato mais famoso com abacate é o guacamole, que, não a toa, é a nossa receita de hoje. Ele é típico da culinária do México e está presente em todos os países onde haja um restaurante mexicano. Serve de acompanhamento pra salada, como entradinha, e fica bom até no sanduíche!

Apesar do avocado (o abacatinho menor) ser indicado pra se fazer guacamole, dá pra fazer com o outro tipo de abacate também (os puristas que me desculpem). Só não vai ficar tão denso, por assim dizer. Agora chega de falatório e vamos ao que interessa!

Guacamole (a moda da Sinhá)

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Esse é o avocado, mas pode fazer com o abacate mesmo…

  • Abacate maduro (uns 3 ou 4 pequenos ou 1 grande)
  • coentro a gosto (generoso)
  • 1 limão
  • sal a gosto
  • 1-2 tomates (eu uso vermelho mesmo, mas se você quiser seguir a linha monocromática, usa o verde)

– Pique o coentro e o tomate (descarte as sementes), reserve.

Corte os abacates ao meio e tire a polpa da casca com uma colher. Amasse com um garfo, não bata, a idéia é que fique ‘pedaçudo’ mesmo.

Misture o abacate, o coentro, o suco do limão e o sal. Prove, tá gostoso? Então misture o tomate picado, e pronto!

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É só servir com doritos, nachos, torrada, ou num sanduíche, numa salada…. fique a vontade. Mi guacamole, su guacamole.

Compra lá um abacate e faz um guacamole, chama uns amigos, tira foto e manda pra mim!

Dúvidas? Dicas? Sugestões? Dar um ‘oi’? Deixa um comentário aqui, prometo que respondo!

Besos,

Sinhá Ju.

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Batata com Alecrim

“Alecrim, alecrim dourado, que nasceu no campo sem ser semeado…”

Eu amo alecrim, e amo batata, e acho que eles dois juntos formam um casal perfeito! Daí a gente coloca alho e azeite na foto e forma a família perfeita!

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Sério, sem brincadeira, essa batata assada com alecrim é de arrasar quarteirão, é tipo salgadinho, é impossível comer só um. A primeira vez que eu fiz elas aqui em casa teve briga, então aumentei a quantidade, fiz 2 kg de batata (pra 6 pessoas) e não teve briga, mas também não sobrou…

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Antes que você pense que somos todos ogros esfomiados vou te dizer duas coisas: 1- como elas ficam muito tempo no forno (pra ficar crocante) acaba não rendendo muito; e 2- você ainda não provou essas receita…

Agora chega de propaganda, vamos à receita. Você vai precisar de:

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  • 1 kg de batata
  • 5 dentes de alho
  • 2 ramos de alecrim, e mais um pouco pra decorar
  • 3 col. (sopa) azeite
  • sal e pimenta à gosto
  • 2 col. (sopa) de cebola/alho/salsa desidratados. (Vende na seção de temperos do mercado, mas se você não tiver pode pular essa parte)

– Pre aqueça o forno em 230ºC. Forre uma forma (baixinha, de preferência) com papel alumínio, só pra facilitar a limpeza depois, e coloque ela no forno também.

Lave e seque bem as batatas, já que não vamos descasca-las. Corte ao meio, no sentido do comprimento, e depois cada metade em 3 ou 4 partes, dependendo do tamanho da batata, e também no sentido do comprimento. Coloque as batatas num prato grande, que possa ir ao microondas; arrume as batatas pra que elas não fiquem sobrepostas. Cozinhe no microondas por uns 5 minutos, a idéia não é cozinhar completamente, e sim dá uma pre cozida pra acelerar o processo no forno, e também as batatas quentes absorvem mais tempero.

Caso você tenha ouvido meu conselho esta fazendo uma quantidade grande de batatas,  divida as batatas e faça essa parte do microondas em partes, pra não amontoar tudo no prato. Você também pode cozinhar na panela com água, mas eu não aconselho, pois quanto mais seca a batata estiver, mais crocante ela vai ficar.

Enquanto as batatas estão no microondas, prepare a marinada. Amasse os dentes de alho com a faca, só pra quebrar mesmo, não precisa nem descascar, e coloque num saco limpo e forte, ou numa tigela funda. Pique o alecrim e junte ao alho. Junte também o azeite, o sal e a pimenta, e os temperos desidratados. Misture bem.

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Pegue as batatas no microondas (cuidado que o prato tá quente!) e junte na marinada, misturando bem pra cobrir todas as batatinhas no tempero. Deixe descansar por uns 10 minutos.

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Retire a forma que a gente colocou no forno lá no começo (mais uma vez, cuidado que tá quente!) e arrume as batatas uma do lado da outra sem amontoar. Coloque toda a marinada junto com as batatas e leve pra assar em forno alto por uns 30 minutos ou até que esteja dourada, sequinha e crocante por fora e macia por dentro. Ah! tem que virar as batatas na metade do tempo, pra dourar de todos os lados.

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Decore com alecrim fresco e sirva com frango, carne, peixe, pura, no lanche da tarde… mas sirva, resista a tentação de comer tudo sozinha… ou não. 😏

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Essa receita também é ótima pros festejos natalinos, que estão chegando por aí.

Vai lá comprar batata e alecrim, fazer essa receita e volta aqui pra me dizer como ficou!

Baci,

a Sinhá

Dúvidas? Dicas? Sugestões? Dar um ‘oi’? Deixa um comentário aqui, prometo que respondo!

Brócolis e couve-flor gratinados

Depois da última bomba receita resolvi me redimir. Mas é claro que a redenção não foi completa… 😏

Essa receita de hoje é bem simples porém muito eficiente. Couve-flor e brócolis gratinado, mas pode chamar também de “como levar vegetais saudáveis pro mau caminho”. Ai gente, eu não me aguento. Mas estou trabalhando nisso, quando vocês menos esperarem estarei transformada em Fit Sinhá!

Essa receita pode ser feita de duas formas, a o caminho normal e o atalho. Não vou dizer que o resultado final fica igual, mas fica igualmente gostoso. O caminho mais longo é fazendo um molho branco simples, ou molho béchamel se preferir, o que vai deixar o prato final mais cremoso. Agora se estiver você tiver com pressa, pode ignorar o molho branco e usar creme de leite temperado (eu já explico), só que resultado vai ser menos cremoso e mais “aguado”, mas muito bom também.

Sem mais delongas, vamos à receita. Você vai precisar de:

1/2 couve-flor e 1/2 brócolis. Na verdade pode ser ou um ou outro, mas no hortifruti que eu vou eles vendem metade da couve-flor e do brócolis juntinhos numa bandeja, por isso usei assim, o visual ficou bonito então eu continuei fazendo desse jeito.

Para o molho

500ml de leite

2 col. (sopa) de manteiga

2 col. (sopa) de farinha

Sal, pimenta do reino e noz moscada a gosto

~Ou~

2 caixinhas de creme de leite (400 g)

Sal, pimenta do reino e noz moscada a gosto

Queijo ralado e cheiro verde picado pra polvilhar (independente do caminho que você escolher)

– Pode começar cozinhando os vegetais. Eu uso a seguinte técnica: Ponha água e sal numa panela pra ferver, como se fosse pra cozinhar macarrão, quando a água ferver coloque os vegetais pra cozinhar, mas só até ficarem al dente, ou seja, cozidos porém firmes. Enquanto eles cozinham prepare uma tigela com água+gelo+sal. Assim que chegar no ponto de cozimento, retire-os da água fervente com uma escumadeira e jogue na água gelada. Isso interrompe o cozimento e deixa nosso brócolis e couve-flor com uma cor bonita.

Mas se você preferir pode cozinhar no vapor, só lembrando do ponto al dente. Eles ainda vão ao forno e se a gente cozinhar muito agora eles vão ficar muito molengas no final.

Vegetais cozidos e escorridos? Então arrume-os num refratário e reserve.

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ô como fica bonita essa mistura!

Agora vamos ao molho:

Opção 1: Derreta a manteiga numa panela, assim que ela derreter acrescente a farinha e mexa por uns dois minutos, até ela começar a ficar levemente dourada. Acrescente o leite, e se não quiser correr o risco de sujar o fogão, tire a panela do fogo nessa hora e então volte com a panela pro fogo. Se seu molho empelotar não precisa entrar em pânico. O Fouet/Batedor Colorado está aqui pra te defender, é só mexer o molho com ele que não tem pelota que resista.

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Mexa constantemente até o molho engrossar e cobrir bonito as costas da colher, se você fizer um risco atrás os dois lados não se juntam de novo. É mais fácil mostrar do que falar:

O meu engrossou um pouquinho além da conta porque eu fiquei tentando tirar a foto, mas o seu pode ser mais líquido. Tempere com sal, pimenta e noz moscada.

Regue nossos vegetais com esse molho, polvilhe o queijo ralado e o cheiro verde e leve ao forno até dourar em cima.

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Opção 2: Coloque o creme de leite numa panela, tempere com sal, pimenta e noz moscada. Leve ao fogo médio-baixo pra esquentar, mas sem deixar ferver. Vai sem medo que creme leite de caixinha dificilmente talha. Regue nossos vegetais com esse creme de leite temperado, polvilhe o queijo ralado e leve ao forno até dourar em cima.

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Muito mais simples, mas como eu disse lá em cima, vai ficar mais aguadinho. Daí você serve com arroz que tá tudo certo. A praticidade compensa esse caldinho a mais.

 

E aí? Vai escolher qual caminho? Faz lá e me conta aqui o que achou.

Dúvidas? Dicas? Sugestões? Dar um ‘oi’? Deixa um comentário aqui, prometo que respondo!

Besos,

a Sinhá

Especial de Natal – Batatas Hasselback


Ainda na onda da batata, essas aqui são lindas e tem um efeito visual muito legal, e também são deliciosas. Batatas Hasselback, ou simplesmente batatas laminadas, dão um pouco mais de trabalho, afinal você vai ter que cortar todas as batatas com um certo cuidado, mas não é nada complicado, acredite. Mas se você está esperando um batalhão pro jantar, talvez seja melhor deixar essa pra um outro dia, ou encare o desafio sem preguiça.

Se estiver fazendo essas batatas pra ceia pode calcular 1 batata (grandinha) pra cada duas pessoas. Se seu jantar não tiver muitos outros pratos (e se forem poucas pessoas) calcule 1 batata por pessoa.

Batatas Hasselback (Batatas laminadas)

6 batatas (de médias a grandes) inteiras

Azeite

3 dentes de alho

100g de manteiga (pode ser com sal)

tomilho ou alecrim (ou uma outra erva que você goste)

pimenta preta moída na hora

sal a gosto (se tiver sal grosso pra moer na hora pode usar)

(Nas fotos tem muita batata porque eram muitas pessoas pra comer, e la em casa a batata nunca é suficiente…)

– Pre aqueça o forno médio. Lave bem as batatas, esfregue bem a casca com uma esponjinha ou escovinha. Corte o fundinho pra te dar uma base e a batata não ficar rolando e você acabar cortando o dedo.

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Com uma faca afiada, corte fatias finas, cuidado pra não ir até o final. Elas têm que ficar fatiadas, porém unidas na base.

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Ponha um fio de azeite em cima de cada uma e uma pitada de sal e esfregue cada uma. Arrume numa assadeira e leve ao forno por 20 minutos.

Enquanto isso, leve a manteiga, o alho descascado e levemente amassado, e o tomilho ao fogo numa panelinha pra derreter a manteiga e ela pegar o gosto dos temperos.

Depois dos 20 minutos, retire as batatas do forno. Com uma faquinha separe as fatias das batatas. Mas atenção, não é pra cortar, é só pra abrir como um leque. Tempere com sal e pimenta. Lembrando que as batatas estão completamente sem sal, então seja generosa.

Pegue a manteiga derretida e regue cada batata, não se preocupe em usará a manteiga toda porque você vai repetir essa etapa umas 3 vezes.

Volte a batata pro forno e deixe assar por mais 40 minutos, retirando do forno a cada 10-12 min pra pincelar a manteiga derretida (com generosidade). Se as fatias ficarem juntinhas, separe com a faquinha de novo.

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Quando elas estiverem totalmente cozidas, retire do forno, arrume num prato bonito e sirva.

Dica: depois de prontas você pode cortar cada batata em dois ou três pra render mais, principalmente se você usou o cálculo de 1 batata pra duas pessoas.

Ho ho ho

a Sinhá

Especial de Natal – Batatas ao murro 

Tão importante quanto o prato principal são os acompanhamentos. Desde o básico arroz (com passas ou castanhas, eu não vou entrar nessa polêmica), passando pela farofa, salada, salpicão, até as gloriosas batatas. Ah, batatas… Como não amar…

E essas são bem simples de fazer, com um resultado profissa. Além da diversão de dar uns soquinhos…

Batatas ao murro

1kg de batata bolinha

Azeite

Alho

Raminhos de tomilho (ou alecrim, ou a ervinha que você gostar mais, pode ser seca também)

– Lave bem as batatas, use uma esponjinha ou uma escovinha, esfregando bem a casca. Leve as batatinhas pra cozinhar numa panela com água e sal.

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Quando elas estiverem cozidas, aproximadamente 30 min depois de começar a ferver (mas é sempre bom ir checando), retire do fogo e escorra.

Pegue um pano de prato, ponha numa superfície firme, como uma mesa, ou na bancada da pia, dobrado ao meio. Coloque a batata cozida dentro e dê um murro, mas calma, não é pra descontar toda a frustração do dia na coitadinha, senão ela esmigalha, e o que queremos é só amassar.

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Vá arrumando as batatinhas lado a lado numa assadeira levemente untada com azeite. Coloque também os dentes de alho inteiros, com ou sem casca, dependendo do seu gosto. Quando todas estiverem prontas, regue com mais azeite, salpique o tomilho, tempere com bastante sal (se tiver sal grosso moído na hora, melhor ainda!) e pimenta do reino a gosto. Leve pra assar até que estejam douradas (uns 30-40 min).

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Retire do forno e sirva.

 

Ho ho ho,

a Sinhá

Batatas Cremosas com Queijo

Tem gente que nasce pra brilhar, não importa se a vida dá papel de coadjuvante, elas tem tanta luz que roubam a cena. E assim como são as pessoas, também são as criaturas, e os pratos de comida também.

Quis a vida que as batatas de uma forma geral fossem classificadas como “acompanhamento”, mas elas quase sempre brilham mais (ou tanto quanto) os principais e levam todos os prémios. Prova disso são essas batatas aqui.

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Quando eu fiz essa receita aqui em casa, servi pra acompanhar uma carne assada que, tadinha, apesar de boa quase ninguém lembra. (Mas a carne assada era realmente boa, qualquer dia ela dá as caras por aqui).

Vamos à receita:

Ingredientes:

1 kg de batatas

Cheiro verde a gosto (mas seja generosa)

Para o molho:

1/4 de xícara de manteiga (50 g)

1 cebola picada (de média pra grande)

2 dentes de alho amassado

2 col. (sopa) de farinha de trigo

2 xíc. de leite

2 1/4 de xíc. de queijos ralados (eu usei 1 xíc. de mussarela, 1 xíc. de provolone e 1/4 ed xíc. de parmesão, mas você é livre pra fazer a escolha e a combinação que quiser) , divide em 2/3 e 1/3, já já você vai entender

Comece fatiando as batatas (ô que prático, nem tem que descascar). A idéia é cortar em fatias finas, mas não vai exagerar, não tao finas assim. Se você precisa de um guia, é mais ou menos 0,5 cm. Coloque as batatinhas numa panela grande e cubra com água, ah, ponha sal também, porque, né, batatas precisam de um salzinho. Leve ao fogo e quando começar a ferver desligue e escorra, mas olha só, é só pra dar uma pré cozida, não vai me esquecer essas batatas cozinhando porque aí, só purê salva.

Vamos ao molho: leve a manteiga ao fogo numa panela boa, quando derreter acrescente a cebola picada e refogue até ela ficar molinha e transparente. Acrescente o alho*, refogue um pouquinho e acrescente a farinha de trigo e mexa por um minutinho, é importante deixar a farinha cozinhar nessa hora pro seu molho não ficar com aquele gosto de farinha crua.

*A questão do alho: a quem diga que se você colocar o alho antes ele pode queimar e amargar a coisa toda, mas eu gosto de viver perigosamente e refogo o alho mesmo, sem medo de ser feliz. Até agora funcionou pra mim, mas se você preferir fazer a linha precavida, deixa pra colocar o alho junto com o leite.

Agora acrescente o leite. Mexa bem pra não empelotar, mas se empelotar keep calm e use o fouet (o batedor de ovos) que tudo vai dar certo. Ok, vamos cozinhar esse molho até ele encorpar e cobrir bonitinho as costas da colher, mexendo sempre pra não queimar (por isso que eu falei pra usar uma panela boa).

Se você fizer um risco nas costas da colher com o dedo e os lados não se juntarem significa que  seu molho chegou no ponto e é hora de desligar o fogo e acrescentar 2/3 dos queijos (GUARDE 1/3 pra pôr por cima). Dê uma mexida e deixe o calor fazer seu trabalho.

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Molho e batatas a postos é hora de montar: unte um refratário (pode ser com óleo, azeite ou manteiga) e coloque as fatias de batata em camadas, alternando com o cheiro verde picado.

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Coloque o molho por cima de tudo e dê uma sacudidinha pra ele e a batata se entenderem bem.

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Cubra com o restante do queijo (lembra que você separou lá no começo?) e mais cheiro verde, leve ao forno médio pré aquecido por 30 minutos, ou até dourar.

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Sirva com carne, frango, salada, puro, de qualquer jeito, vai ser sucesso!

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Faz lá e me conta aqui o que achou!

Besos,

Sinhá Ju