Cheesecake com geléia de morango: fácil e em conta ;)

Receita de cheesecake super prática e mais em conta (porque precisa de menos cream cheese) com cobertura de geléia especialmente pra minha amiga Gabi Mussi, que está morando em terras distantes e geladas. (Nem tô com inveja porque esse calor dos infernos aqui do Rio tá ótimo! #sqn).
Essa não era a receita que tava na fila pra entrar agora, mas eis que ontem eu estava de boa quando recebo essa mensagem:

Tem como não parar tudo pra atender um pedido desse!?!?!?
Essa receita foi publicada na antiga residência da sinhá e que foi desativada, mas ainda tava salva no meu arquivo. É também a primeira receita de cheesecake que eu fiz na vida.
Então aqui está, especialmente pra você, Gabi, e pra todos vocês que vierem a ler esse post da amizade.  😁


Cheesecake com geléia (essa receita é do livro “Vamos Brincar na Cozinha?” da Parmalat)

  • 1 pct. de biscoito maisena (200g)
  • 1 1/2 xíc. de açúcar
  • 100g de manteiga em temperatura ambiente (isso pode variar bastante, vide a diferença entre Gabi e eu agora, então o que isso quer dizer é: não é pra usar a manteiga gelada, pra facilitar na hora de misturar
  • 400g de cream cheese

Outro pitaco meu aqui, essa receita é de quando um pote de cream cheese tinha 200g, hoje eles vem com 150g, e você vai ficar me xingando no mercado porque a conta não vai bater, acalme seu coração. Já fiz com 300g (2 potes) e com 450g (3 potes) os dois funcionam igualmente bem, a diferença vai ficar no tamanho do cheesecake. Minha sugestão? Faça a que couber melhor no seu bolso.

  • 1 lata de leite condensado
  • 3 ovos
  • 1 vidro de geléia de morango (ou outra de sua preferência)

Pra massinha de biscoito: bata os biscoitos no liquidificador até ficar uma farinha. Misture com a manteiga e com o açúcar até ficar uma farofa pedaçuda. Aperte a farofa no fundo de uma forma de fundo removível. Bem básico mesmo.

Deixa lá no cantinho e vá fazer o recheio: No liquidificador (nem precisa lavar) bata o cream cheese, o leite condensado e os ovos até ficar homogêneo e despeje sobre a massa. Leve ao forno médio por 30 minutos, mais ou menos, ou até estar firme nas bordas mas no meio ainda estar balançando um pouquinho, que nem pudim.

Depois de fria espalhe a geléia sobre o cheesecake e leve pra geladeira até a hora de servir.

Faz lá e depois agradece a Gabi por ter me lembrado dessa receita. 

Dúvidas? Dicas? Sugestões? Dar um ‘oi’? Deixe um comentário aqui, prometo que respondo!

Besos, a Sinhá

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Chessecake de Calafate

Ih… Lá vem ela com esses nomes estranhos…  Bom, só tenho uma coisa pra dizer pra vocês, não se assustem com o diferente. E isso serve pra tudo na vida.

Cheesecake de que? Ih… Lá vem ela com esses nomes estranhos…  Bom, só tenho uma coisa pra dizer pra vocês, não se assustem com o diferente. E isso serve pra tudo na vida.

Depois do último post, do Blondie com ruibarbo, fui olhar nas receitas que estão na fila pra entrar aqui e achei esse cheesecake, que apesar de levar um nome diferente é apenas um cheesecake básico com uma geléia exótica, rsrs.

Junto com a geléia de ruibarbo veio também essa de calafate, elas vieram da mesma viagem ao fim do mundo. Mas o que é calafate? Bem, além de uma ave indonésia, um peixe angolano e uma cidade argentina (El Calafate) é também a frutinha símbolo da Patagônia. É um arbusto pequeno que dá uma fruta meio roxa meio azulada que olhando lembra um blueberry (mirtilo), mas o sabor não tem nada a ver.

Minha irmã e um arbusto de Calafate. Diz a lenda que quem come o fruto retornará à Patagônia

Diferente da geléia de ruibarbo, essa eu usei pouco tempo depois da viagem, e exatamente como na receita anterior, você pode substituir por qualquer geléia de fruta da sua preferência, eu prefiro as mais azedinhas, mas sinta-se livre para explorar os sabores que quiser.

Cheesecake com Calafate

Para a base:

  • 200g de biscoito maizena (ou Maria, ou de leite)
  • 80g – 100g de manteiga derretida (acho 100g muito mas as vezes 80g não dá a liga necessária, a ‘farofa’ de biscoito tem que ficar unida quando você apertar com a mão.)
  • 1/4 de xíc. de açúcar

Para a massa:

  • 600g de cream cheese (sem estar gelado)*
  • 1 1/2 xíc. de açúcar
  • 4 ovos
  • 1/4 de xíc. de amido de milho
  • 1 col. (chá) de essência de baunilha
  • 300g de iogurte natural (descarte o soro)
  • raspas de um limão
  • Geléia de calafate (troque pela geléia de sua preferência) para a cobertura

Base:

Triture o biscoito, eu sempre uso o liquidificador, mas se quiser descarregar um pouco de raiva pode colocá-los num saquinho e bater com um rolo de massa até virar farinha.

Junte o açúcar e a manteiga derretida ao biscoito triturado e misture (com um colher de pau ou com a mão) até obter uma farofa úmida. Forre o fundo de uma forma de fundo removível com essa farofa apertando bem. Não precisa cobrir as laterais, mas nada te impede caso queira fazer isso.

Eu gosto de cobrir a assadeira por fora com papel alumínio, caso alguma coisa vaze não vai fazer uma zona no seu forno. Também gosto de pré assar a base, por uns  10 minutos, mais ou menos. Retire a base do forno e reserve, mas pode deixar o forno ligado ali no 180º C já no aquecimento.

Agora faça a massa. Bata o cream cheese, que não deve estar gelado, na batedeira até ficar mais cremosinho. Lembre de passar a espátula no fundo da tigela pelo menos uma vez pra ter certeza que tá batendo tudinho. É importante deixar o cream cheese bem lisinho nessa fase, se ficar empelotado agora vai ficar assim até o final.

Cream cheese lisinho? Adicione o açúcar e o amido de milho e misture até tudo estar homogêneo.

Adicione os ovos um a um, devagar mesmo e na velocidade baixa. A idéia aqui é NÃO adicionar ar a nossa massa, esquece clara em neve, certo?

Agora é a vez do iogurte, da baunilha e raspinhas de limão. Bata somente pra incorporar tudo.

Coloque a massa sobre a nossa base de biscoito e leve ao forno baixo, isso mesmo, forno baixo, uns 160ºC; nos nossos fornos a gás é mais difícil controlar, mas conheça seu forno e ele não te surpreenderá, aqui em casa eu deixo ali entre o 160º e o 180º. O cheesecake demora pra assar (1 hora e meia – duas horas) e é assim que fica bom, resultado cremoso e não massudo, além de que a gente diminui um pouco o risco dele rachar no final.

Eu, particularmente, gosto de marcar 50 minutos e ir olhando de vez em quando pra não passar do ponto. Pra saber se ele está pronto é só dar uma sacudidinha na forma ou bater com uma faca na lateral da mesma, ele deve estar firme nas bordas mas balançar de leve no meio (tipo pudim).

Deixe seu cheesecake esfriar completamente antes de desenformar. Deixe na geladeira, de preferência. Decore com a geléia e sirva frio.

Calafati pra visitar a Patagônia novamente…

Coma e repita, se possível. Só se vive uma vez…

Não esquece de voltar aqui pra me dizer o que achou!

Dúvidas? Dicas? Sugestões? Dar um ‘oi’? Deixe um comentário aqui, prometo que respondo!

Besos, a Sinhá 😉

*Eu sei que cream cheese anda pela hora da morte e que a quantidade é grande nessa receita. Prometo voltar e dar uma adaptação que eu fiz pra épocas de vacas magras. Espere e verás.