Especial de Verão: Cookies de Banana com Aveia

Finalmente chegamos na última receita do meu, do seu, do nosso Especial de Verão Doce Sinhá!! 👏🏽 🎉 Uhuuuu!!!! Aêeeee!!!! E pra fechar com chave de ouro vamos com uma receita de cookies, mas pra deixar mais leve escolhi essa de banana com aveia, que é tão maravilhosa que até quem não gosta de banana comeu, repetiu e elogiou (antes de saber que era de banana, claro… hehehe).

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Eu particularmente sou apaixonada por cookies e não sei porque demorei tanto pra colocar uma receita deles aqui no blog. De qualquer forma o importante é que essa falha será reparada nesse post, e cá entre nós, em grande estilo porque essa receita foi um dos meus melhores achados, e é meu presente hoje pra você.

Além de ser gostosa, ela é super simples de fazer e usa ingredientes fáceis de achar, o que é sempre bom. Falando em ingredientes, vamos a eles!

Cookies de Banana com Aveia

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  • 200g de manteiga sem sal
  • 200g de açúcar mascavo
  • 200g de açúcar refinado
  • 2 ovos
  • 1 + 2/3 de xíc. de farinha de trigo
  • 1 col. de chá de bicarbonato de sódio
  • 1/2 col. de chá de sal
  • 3 xíc. de aveia em flocos – se você compra a aveia no mercado, na caixinha, é aquela em flocos normal (flocos finos é fino demais pra essa receita). Agora se você compra aveia a granel dai você tem que ver uma aveia mais fina, porque a aveia em flocos normal é muito grossa e deixa os cookies meio secos, mas se for essa a que você já tem em casa, então é só usar menos, eu diria só 2 xícaras.
  • 1 banana (grande) amassada – se suas bananas estiverem magrinhas, use duas

– Preaqueça* o forno (180ºC) e forre duas assadeiras com papel manteiga. Se você tiver assadeiras com a lateral bem baixinha, melhor.

Na batedeira, bata a manteiga, o açúcar mascavo e o açúcar refinado até ficar uma mistura clara e homogênea. Raspe o fundo da tigela pelo menos uma vez durante o processo pra ter certeza que a manteiga e os açúcares estão sendo bem misturados (desligue a batedeira antes de passar a espátula no fundo da tijela, por favor…). Apesar da gente querer que a mistura fique clara, não é pra agregar muito ar nessa manteiga, então se você tem uma batedeira planetária use a pá (aquele batedor que não é todo aramado e nem o gancho). Se sua batedeira é a comum, use as pazinhas normais mesmo.

Manteiga e açúcares misturados? É hora de adicionar os ovos, um de cada vez. Misture bem. Acrescente a farinha de trigo, o bicarbonato e o sal e bata só o suficiente pra misturar. Quanto mais a gente bater mais duro os cookies irão ficar.

Dispense a batedeira e misture a aveia e a banana com ajuda de uma espátula ou colher de pau (minha preferida!).

Chegou a hora de moldar os biscoitos, se você tiver uma colher pra sorvete dessas aqui pode usá-la a vontade pra fazer as bolinhas (igual servir sorvete).

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Agora se você não tem use duas colheres de sopa ou sobremesa, ou até as mãos se preferir (eu acho a massa meio grudenta pra enrolar na mão, mas cê que sabe). O importante é modelar os biscoitinhos e arruma-los na assadeira espaçadinhos (tipo uns 8cm).

DICA: Eu gosto de colocar as bolinhas numa assadeira só e deixar na geladeira, ou no congelador se tiver espaço, por uns 15-20 minutos, pra manteiga endurecer um pouco. Aqui no Rio é normalmente quente e depois de tanto bater e misturar a manteiga fica mole demais. E se a manteiga estiver muito mole o cookie se espalha muito no forno. *Se você for esperar, essa é a hora de preaquecer o forno.

Antes de colocar no forno, dê uma apertadinha em cada bolinha. Asse por uns 15 minutos, ou até que a borda esteja levemente dourada. Retire do forno, e deixe esfriar completamente antes de guardar.

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Enquanto espera esfriar, “roube”um cookie pra provar, você merece!

Gostou na receita? Compartilhe com seus amigos. E tire a foto dos seus cookies e manda pra mim!

Dúvidas? Dicas? Sugestões? Dar um ‘oi’? Deixe um comentário aqui, prometo que respondo!

Beijos,

Sinhá Ju

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Especial de Verão: Peach Cobbler (ou Cobbler de Pêssego)

Receita de Peach o quê?! Você deve estar se perguntando. E eu explico. Ou pelo menos vou tentar. Há muito tempo eu me deparei com uma série de fotos dessa receita no Pinterest e fiquei intrigada, porque elas pareciam promissoras, apesar de eu nunca ter ouvido nesse nome antes. Salvei a tal da receita e nunca mais pensei nela. Adianta o vídeo pra os tempos atuais e eu dando uma olhada nos 500 pins culinários que eu tenho, eis que o tal do peach cobbler reaparece na minha vista e eu resolvo testar.

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Gente, simplesmente uma combinação maravilhosa de gostosura e praticidade, com ingredientes simples e baratos embrulhados num nome muito do esquisito pra nós tupiniquins. Juro que tentei achar uma tradução pra cobbler, o google tradutor me deu “sapateiro de pêssego”, mas quem iria comer isso, né? (Achei uma outra que falava grude, mas ˜grude de pêssego” também não é nada apetitoso) Então resolvi manter o nome em inglês mesmo, mas fiquei curiosa e fiz uma breve pesquisa. Senta que lá vem a história.

Esse prato se originou nas colônias britânicas, porque os colonizadores não tinham acesso aos ingredientes da terrinha e tinham que se adaptar. Cobbler, o prato, pode ser entendido como “torta de fruta” (mas torta pra gente é outra coisa), tem uma série de variações e faz parte da família dos Crumbles (por falar nisso tem uma receita de crumble de maçã aqui), e basicamente consiste em fruta picada coberta por uma massa e assada.

Caraca, eu falo muito! Mas chega de lero-lero, e vamos ao que interessa!

Cobbler de Pêssego (Peach Cobbler)

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  • 1 lata de pêssego em calda
  • 100g de manteiga derretida
  • 1 xíc. de farinha de trigo
  • 1 xíc. de açúcar
  • 1 xíc. de leite
  • 1 col. de chá de fermento em pó

– Preaqueça o forno em 180º C. Escorra e corte os pêssegos, eu corto em tiras, tipo, cada metade de pêssego em três ou quatro pedaços. Reserve um minuto.

Misture a farinha de trigo, o açúcar, o leite e o fermento numa tijela, mexa até ficar homogêneo. Reserve um minutinho.

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Coloque a manteiga derretida em uma travessa/pirex/prato de servir de mais ou menos 20×20 cm.

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Coloque a massa por cima da manteiga, mas NÃO MISTURE.

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Coloque os pêssegos cortados em cima e leve pra assar por uns 30 minutos, ou até que fique dourada. E é isso. Só isso. Fala sério, não demorou nem 5 minutos, vai…

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Não precisa servir morno, mas também não precisa ir pra geladeira. E super combina com uma bolinha de sorvete de creme🍦.

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Receitinha rápida, barata e gostosa. Tá bom ou quer mais?

Faz aí na sua casa e me diz se é ou não é boa!

Dúvidas? Dicas? Sugestões? Dar um ‘oi’? Deixe um comentário aqui, prometo que respondo!

Kisses,

Sinhá Ju

 

Especial de Verão: Arroz da Sandy

Sim, é isso mesmo, Sandy, a cantora, da dupla Sandy e Junior, “vamo pulá! vamo pulá, vamo pulá, vamo pulá!”. Essa Sandy.

E sim, sou fã dela, apesar de não acompanhar mais tão de perto. A dupla fez parte da minha infância, e confesso que fiquei triste quando eles se separaram 😢… Vida que segue, hehehe.

Então quando vi essa receita dela no programa da Angélica, muuuitos anos atrás, eu tive que testar em casa. E não é que deu certo? Tão certo que já repeti algumas vezes. Mas nem sendo fã resistir a fazer minhas pequenas mudanças, é mais forte do que eu!

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Arroz Oriental [da Sandy]

  • 1 cenoura (média ou grande), em cubinhos
  • 1 cebola roxa, picadinha
  • 500g de peito de frango
  • 2 xíc. de arroz japonês cozido* (de preferência use o arroz japonês, mas dá pra fazer com outro arroz também, é só deixar mais ‘unidos venceremos’)

*o arroz quase triplica de volume quando cozinha, então, pra obter essa medida dele cozido, você vai usar mais ou menos 2/3 de xícara de arroz cru; cozinhe conforme as instruções da embalagem.

  • 4 ovos
  • 2 abobrinhas italianas, em rodelas
  • 1 maço de cebolinha, picada
  • shoyu, bastante
  • 80g de manteiga (mais ou menos umas 4 col. de sopa)
  • gergelim a gosto, branco ou preto, descascado
  • sal e pimenta do reino a gosto
  • óleo ou azeite pra refogar

Uma pequena observação, o ideal é fazer essa receita numa chapa, mas nem todo mundo tem uma dessas. Quando eu faço eu uso o grill que tem aqui em casa e uma panela de grelhar, que é bem baixinha. Se você não tem nem uma chapa nem um grill, tenta usar uma panela/frigideira baixa, que é pra não juntar água quando estivermos refogando as coisas, especialmente o frango. Se sua panela/frigideira não for grande, vá refogando os ingredientes por parte (toda vez que eu falar pra colocar no canto da chapa, você tira da panela) e junte tudo numa panela maior no final.

– Voltando a programação normal: Corte o frango em tiras ou cubos e tempere com sal e pimenta do reino. Reserve.

Já cortou/picou todos os legumes? Ótimo. Pode começar refogando a cebola e a cenoura no azeite/óleo até ficarem macios.

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Se estiver usando uma chapa/grill, junte os legumes num canto e coloque o frango pra refogar, se preciso use um pouco mais de óleo.

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Enquanto o frango refoga, numa panela separada (tem que ser baixa, tipo frigideira), coloque um pouco de azeite e as abobrinhas em rodelas pra grelhar. Você vai ter que cuidar do frango e das abobrinhas ao mesmo tempo, mas se for muito ruim pra você e não tiver ninguém pra te ajudar, pode deixar pra fazer as abobrinhas depois que tiver terminado o arroz. Quando as abobrinhas tiverem dado uma murchadinha, vire-as e coloque um pouco de shoyu e quando elas estiverem macias, desligue o fogo e deixe elas na panela mesmo.

Quando o frango estiver cozido, coloque um pouco de shoyu e um pouco de gergelim. Misture com a cenoura e a cebola e deixe lá no canto.

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Numa tijela, bata os ovos e tempere com um pouco de sal e pimenta. Coloque os ovos batidos na chapa/grill (mas não aonde o frango está, né?) e cozinhe, tipo ovo mexido. Se estiver com pouco espaço, vá colocando aos poucos.

Quando o ovo estiver cozido, misture-o ao frango com legumes. Junte o arroz cozido nessa festa, e a manteiga também. Use duas espátulas ou colheres pra esse serviço que facilita a tarefa.

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Misture bem e enquanto mistura, junte mais shoyu e gergelim e parte da cebolinha verde picada. A idéia é que o arroz fique meio moreno, por isso não precisa economizar no shoyu.

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Transfira o arroz pra travessa de servir e decore com mais cebolinha e mais gergelim. Sirva com as abobrinhas do lado.

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Esse modo de preparo ta cheio de observações, mas acredite em mim, a receita não é difícil de fazer. É que eu quis deixar tudo bem explicadinho.

Tire a prova real, chame uns amigos pra comer e me manda uma foto! Vou adorar ver.

Dúvidas? Dicas? Sugestões? Dar um ‘oi’? Deixe um comentário aqui, prometo que respondo!

キス (Beijos em japonês 🇯🇵)

Sinhá Ju

ps- O verão acaba amanhã, dia 20/03, às 7h29, mas o Especial de Verão não… Eu acabei me atrasando (shame on me 😳), mas prometi 8 receitas e entregarei as 8 até o final dessa semana, acho que o outono nem vai se inportar, hehehe…

Especial de Verão: Creme de Cupuaçu

Depois de passar pelo Peru, México e Itália, nosso Especial de Verão veio passear pelo Brasil e foi parar bem no Pará! Trocadilho infame a parte, essa receita é tudo menos isso.

Pense numa coisa fácil. Agora pense numa coisa gostosa. Junte os dois e o que que deu? Creme de Cupuaçu!!! É, eu sei que tem creme de cupuaçu espalhado por todo o Norte do país, mas essa receita quem me deu foi minha querida tia Telma, que é paraense, então não briguem comigo, família é família.

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A única coisa difícil nessa receita é achar a polpa de cupuaçu. Essa que eu usei foi uma amiga maranhense que trouxe pra mim (valeu Rejane!). Quem tem amigos tem tudo, até polpa de cupuaçu. Se você não tem amigos nortistas que possam te trazer cupuaçu na mala (ou melhor, no isopor), procure uma loja de produtos do Norte na sua cidade. E se sua cidade for por acaso o Rio de Janeiro, tem uma loja dessas no Largo do Machado onde você encontra até sorvete da Cairu! (quem já provou sabe do que eu estou falando).

Creme de Cupuaçu

  • 500g de polpa de cupuaçu
  • 2 latas de leite condensado
  • 2 latas de creme de leite

-Bata tudo no liquidificador. Coloque numa travessa bonita. Leve ao congelador. E pronto. Simples assim.

Tá fácil demais? Podemos incrementar com biscoito champanhe! É só molhar o biscoito num pouco de leite e fazer camadas alternadas de creme e biscoito. Começa com uma camada creme, depois uma camada de biscoito, mais creme, mais biscoito e termina com creme. Pra enfeitar esfarela uns biscoitinhos por cima. Aí é só levar pro congelador e pronto! Ficou mais demorado mas ainda tá longe de ser difícil, vai…

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Tia Telma disse que a versão com biscoitos é a favorita dela, e eu realmente não sei porque eu fiz sem. Já vou comprar os biscoitos pra próxima vez.

E você, vai fazer com ou sem biscoitos? Escolhe, faz, tira foto e me manda, e depois que se acabar de comer vai ali nos comentários me contar o que achou. 😉

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Beijos,

Sinhá Ju

 

Especial de Verão: ¡Viva México!

Eita que esse Especial de Verão tá internacional! Depois de visitarmos o Peru com o ceviche, agora é a vez de darmos uma passadinha no México.

Acho que o Brasil é um dos poucos países que come abacate como fruta doce, em vitaminas e sobremesas, e é (ou era) muito comum nós brasileiros torcermos o nariz quando se fala em abacate como prato salgado. Então se você é do time que acha mega estranho comer abacate ‘salgado’, saiba que somos minoria e na verdade os estranhos somos nós. Uma vez comentei com um amigo canadense que aqui no Brasil a gente tomava vitamina de abacate, com leite e açúcar e ele praticamente riu na minha cara, sem conseguir nem imaginar como seria.

Em nossa defessa, o tipo de abacate mais comum em terras tupiniquins (o abacate manteiga) é mais ‘aguado’, com menor teor de gordura e mais adocicado. Já o mais comum em outros países da América é o avocado, que é menor, com a casca escura e enrugada, que é mais cremoso (denso), com maior teor de gordura e com um sabor mais neutro.

Sem dúvida o prato mais famoso com abacate é o guacamole, que, não a toa, é a nossa receita de hoje. Ele é típico da culinária do México e está presente em todos os países onde haja um restaurante mexicano. Serve de acompanhamento pra salada, como entradinha, e fica bom até no sanduíche!

Apesar do avocado (o abacatinho menor) ser indicado pra se fazer guacamole, dá pra fazer com o outro tipo de abacate também (os puristas que me desculpem). Só não vai ficar tão denso, por assim dizer. Agora chega de falatório e vamos ao que interessa!

Guacamole (a moda da Sinhá)

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Esse é o avocado, mas pode fazer com o abacate mesmo…

  • Abacate maduro (uns 3 ou 4 pequenos ou 1 grande)
  • coentro a gosto (generoso)
  • 1 limão
  • sal a gosto
  • 1-2 tomates (eu uso vermelho mesmo, mas se você quiser seguir a linha monocromática, usa o verde)

– Pique o coentro e o tomate (descarte as sementes), reserve.

Corte os abacates ao meio e tire a polpa da casca com uma colher. Amasse com um garfo, não bata, a idéia é que fique ‘pedaçudo’ mesmo.

Misture o abacate, o coentro, o suco do limão e o sal. Prove, tá gostoso? Então misture o tomate picado, e pronto!

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É só servir com doritos, nachos, torrada, ou num sanduíche, numa salada…. fique a vontade. Mi guacamole, su guacamole.

Compra lá um abacate e faz um guacamole, chama uns amigos, tira foto e manda pra mim!

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Besos,

Sinhá Ju.

Especial de Verão: Uma maçã por dia…

“An apple a day keeps the doctor away” ou “uma maçã por dia mantém o medico longe”. Com esse pensamento vamos fazer bolo de maçã! Será que conta?

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Se o ditado é verdade eu não sei, mas que maçã além de fazer bem a saúde é um dos ingredientes mais versáteis da cozinha, isso é.  Enquanto ela in natura possa ser considerada sem graça (não por mim…) ou até seja deixada de lado, como ingrediente ela samba na cara da sociedade. Vai dos mais comuns bolos, passando por doces e tortas e chegando a drinks, saladas e pratos salgados. Não acredita? Aguarde os próximos capítulos.

Hoje vamos de tradicional, mas nunca de comum: bolo de maçã. Se bem que esse não é bem um bolo, é quase uma torta, e faz bonito que só. E o melhor é tão simples, mas tão simples que a gente fica se perguntando porque não fez isso antes! Então vamos aos ingredientes?

Bolo de Maçã

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  • 2 a 3 maçãs
  • 1 pacote de mistura pra bolo (baunilha, branco, de festa…)
  • 150g de manteiga (3/4 do tablete ou 3/4 de xícara)
  • canela em pó

– Derreta a manteiga, mas não é pra ferver. Reserve. Lave bem as maçãs e corte-as em fatias, descartando o miolo, é claro. Não precisa descascar, mas se você quiser muito ou se não suporta casca de maçã, vá em frente.

Pegue a travessa/forma que for usar e unte com manteiga (não a derretida). Disponha as fatias de maçã na forma e salpique a canela a gosto (se você não gosta/for alérgico a canela, use essência de baunilha).

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Cubra tudo com a mistura pra bolo (o pó mesmo), e regue com a manteiga derretida.

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Salpique mais canela por cima e leve ao forno (médio) por 35-45 minutos, até que esteja borbulhando.

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Tão simples porém tão eficiente, do jeitinho que a gente gosta!

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Considerações finais: Eu usei uma forma de fundo removível, mas da próxima vez vou fazer numa travessa. Como a base do bolo é só maçã não tem como tirar ela do fundo, talvez num refratário fique mais fácil de servir…

Falando em servir, sinta-se a vontade de servir esse bolo/torta com sorvete, fica um luxo!

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Aproveita essa folguinha de carnaval e faz essa receita, depois volta aqui pra me contar!

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Kisses,

Sinhá Ju 🍎

(Receita inspirada no Pinterest)

Especial de Verão: Ceviche de Tilápia

Verão também é época de férias, vide que ja passou o Ano Novo, ja acabou janeiro e nada de novidades por aqui… 😳 Então, antes que chegue o carnaval vamos de receita nova! Aêeeeee!

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E vamos de ceviche pra abrir esse Especial. Pra quem não conhece, o ceviche é um prato da culinária peruana que é basicamente peixe branco marinado no limão. O peixinho é cru mesmo, e se você for desses que torce o nariz pra peixe cru, saiba que a acidez do limão ajuda a dar uma [leve] “cozida” na carne do peixe, já ajuda, né? (minha mãe, por exemplo, não come comida japonesa por ser cru, mas ceviche ela come de boa).

A base do prato é essa (peixe+limão), mas um outro trio não pode faltar pra completar o quadro. São eles: cebola roxa, pimenta e coentro. Agora quando o assunto são os coadjuvantes, as opções variam, pode ter milho cozido, batata, batata doce, alga… e por ai vai.

Nessa versão Doce Sinhá me inspirei na tradicional, mas não resisti a colocar um pouquinho de Brasil no prato. Lista de ingredientes? Tem sim senhor!

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  • 2 filés de tilápia (foi uma tilápia inteira, limpa)
  • 2 limões tahiti (limão verde, aquele comum mesmo)
  • coentro picado à gosto (mas vamos trabalhar a generosidade)
  • pimenta vermelha fresca ou em conserva, picada. {Aqui vai ser de acordo com a sua tolerância à ardência. Eu usei uma pimenta em conserva que eu fiz com as pimentas que minha tia Mera mandou pra mim lá da Bahia ❤️, mas você usa a pimenta que você preferir, o importante é colocar pelo menos um pouco. Não tem conserva nem fresca? se joga da pimenta calabresa (seca)!}
  • 1 cebola roxa cortada em fatias finas
  • 1 vidrinho de leite de coco (200 ml)
  • sal

– Pegue os filés de tilápia (já devidamente limpo pelo moço da peixaria) e corte-os em cubos médios. Teoricamente só se usa a parte mais gordinha do filé, mas peixe é caro, ceviche é gostoso e não trabalhamos com desperdício nessa cozinha, então corte tudo mesmo. A parte mais fina você pode cortar em pedaços maiorzinhos.

Daí é só temperar com o suco dos limões, o coentro picado, o sal, a cebola fatiada, a pimenta picada (Dica: descarte as sementes da pimenta pra arder menos), e por último, o leite de coco. Experimente, acerte o sal, e leve a geladeira até a hora de servir.

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Ceviche é um prato que deve ser feito bem perto da hora de servir. Tenha em mente que quanto mais ele marinar, mais “cozido” o peixe vai ficar. Daí varia do seu gosto: peixe mais cru, tempera e serve, mais cozido, deixe marinar até 2 horas na geladeira. (Eu deixei o meu uns 30 minutos). É muito importante manter o peixe sempre gelado, então enquanto lava/corta/pica os outros ingredientes do prato, deixe o peixinho na geladeira, e depois do prato pronto também é pra lá que ele deve ir.

Enquanto seu peixe marina (ou antes de começar a fazer o ceviche) dá pra fazer esse molhinho esperto pra acompanhar. Super combina…

Pra acompanhar: Molho de pimenta biquinho

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  • pimenta biquinho (umas 25, se quiser contar)
  • 1 col (sopa) de açúcar mascavo
  • um punhado de folhas de hortelã
  • água

– Mais simples nao poderia ser: pique as pimentas e as folhas de hortelã. Misture numa panelinha as coisas picadas e o açúcar mascavo. Ponha um pouco de água (umas duas ou três colheres) e misture pra dissolver. Se tiver um mixer, pode bater essa misturinha pra acentuar mais o sabor (pode usar o liquidificador no lugar do mixer, mas é tão pouquinho q acho q nem vale a pena o trabalho). Dai leva ao fogo pra dar uma fervida boa. Coloque numa tigela pra esfriar mais rápido. Sirva por cima do ceviche.

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Se você nunca provou ceviche e ainda está em dúvida se experimenta ou não, tenho umas curiosidades pra te ajudar. O ceviche faz parte da culinária andina e era feito por povos da região há milênios (sem exagero); mas ele é especialmente querido e amado no Peru, onde é prato/paixão/orgulho nacional. Pra você ter idéia ele faz parte do Patrimônio Cultural do país e tem até uma data comemorativa só pra ele (dia 28 de junho). Vamos combinar que pra ser tão amado assim tem que fazer por onde, né?

Vai lá tirar a prova dessa paixão toda e volta aqui pra me dizer o que achou!

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Besos,